Quem crê, ora

“Quando, porém, vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?” (Lucas 18:8).

Quando Jesus pergunta: “Quando, porém, vier o filho do homem, porventura achará fé na terra?”.
Não estaria Ele nos ensinando que os homens tendem a preferir a fraqueza humana ao poder de Deus?
Ansiedade a paz?
Exaustão ao descanso?
Dúvida a confiança?
Medo a Fé?
Ódio ao amor?
De pronto diríamos não, ninguém em juízo perfeito faria escolhas como estas.
Mas, se a oração é a chave para a vida de vigor, se a oração é a resposta da fé diante das circunstâncias difíceis, logo, quando relegamos a oração ao segundo plano estamos optando por lutar com nossas próprias forças.
Note, Jesus não disse: Quando, porém, vier o filho do homem, porventura achará os homens orando?
Não, Ele questionou se os encontraria crendo, a oração é subproduto da fé, é a legítima expressão da fé.
Oração não é reclamação com Deus, não é decretar para Deus, não é ordenar.
Oração é confiar de tal maneira, é crer em Deus a tal ponto que lutamos com ‘se possível’, mas sempre vencemos com ‘seja feita a Sua vontade’.
Esta forma de oração regozija-se, aceita e celebra a bondade de Deus.
Que possamos orar assim.