Nosso provedor

“Pedi ao Senhor chuva no tempo da chuva serôdia, sim, ao Senhor que faz relâmpagos; e lhes dará chuvas abundantes, e a cada um erva no campo” (Zacarias 10:1).

Para aqueles que não vivem uma cultura agrária, passagens que falam de chuvas, sementes, plantações perdem um pouco seu significado.
Tudo que sabemos é que quando pouco chove ou quando chove demais pagaremos mais caro pelos nossos alimentos, mas não chegamos a temer a vida por conta destas alterações.
No entanto, agricultura familiar do Antigo Testamento, sem irrigação mecânica dependia totalmente do ciclo das chuvas.
Sem chuva, sem plantas; sem planta, sem vida.
Pedir chuva a Deus era fundamental para a subsistência daquelas pessoas.
No entanto, o povo de Judá passou a ignorar a habilidade de Deus de prover para a necessidade de seu povo.
De fato, passaram a procurar ídolos na expectativa de que estes ídolos pudessem ajudá-los por um atalho, isto é, sem que tivessem que obedecer a Deus.
Eu e você talvez não nos sintamos tão dependentes do ciclo das águas, mas somos dependentes da provisão de Deus.
Ele é o provedor de saúde, criatividade, trabalho, alimento e acima de tudo o provedor da vida.
Portanto, quando enfrentamos nossos problemas de “seca” ou “enchentes” devemos clamar a Ele por ajuda e devemos nos submeter à Sua boa vontade.