Fonte de bênção

“Mas a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia. Ora, o fruto da justiça semeia-se em paz para aqueles que promovem a paz” (Tiago 3:17, 18).

Qtexto de Tiago no capítulo 3 trata da bênção ou da maldição que podemos causar com nossa língua, ou seja, com as palavras que pronunciamos.
Tiago está falando para pessoas cristãs, pessoas que seguem os ensinamentos de Cristo, ou seja, nós, a Igreja de Cristo.
Ele diz nos vv. 8 a 12: “mas a língua, nenhum homem a pode domar. É um mal irrefreável; está cheia de peçonha mortal. Com ela bendizemos ao Senhor e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. Da mesma boca procede bênção e maldição. Não convém, meus irmãos, que se faça assim. Porventura a fonte deita da mesma abertura água doce e água amargosa? Meus irmãos, pode acaso uma figueira produzir azeitonas, ou uma videira figos? Nem tampouco pode uma fonte de água salgada dar água doce”.
E quanto a nós, o que sai da nossa boca?
Somos que tipo de fonte?
Se alguém puder observar nossa vida de perto dirá que vertemos água doce ou amargosa?
Nossas palavras e nossas ações são coerentes com atitudes de verdadeiros cristãos?
Precisamos nos render à sabedoria do alto para sermos bênção para os que nos rodeiam.