Eternidade

“Mas agora aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial. Por isso, Deus não se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade” (Hebreus 11:16).

Nada neste mundo pode se comparar com a glória do porvir.
Por isso, a nossa afeição, o nosso afeto, estão lançados lá, nos tesouros do futuro.
Apesar das oportunidades de nos reescravizarmos aos valores desta terra, nós não queremos fazê-lo.
A razão não é simplesmente porque somos ascetas, porque não queremos desfrutar de coisas prazerosas.
Não é isso.
Há pessoas que pensam que nos tornamos cristãos e então passamos a ser um grupo de pessoas que condena o prazer, a alegria, a felicidade.
Mas não é isso!
Ser cristão é, na verdade, abrir mão de prazeres transitórios por prazeres incomparavelmente superiores.
E esta terra não tem nada para nos apresentar diante disso.
Eu me lembro de um hineto antigo que diz assim: “O brilho deste mundo se apaga diante de Ti. A glória desta terra nada é. Tudo cai em Sua Presença, ó Rei. Formosa é Tua Presença, Senhor”.
Nada se compara com aquilo que aguardamos no futuro.
Quando nosso coração está posto na eternidade de Deus, então Deus não se envergonha de ser chamado nosso Deus.
Quando nós dizemos que acreditamos naquilo que Deus nos disse que faria, Deus não se envergonha de nós.