Dele, por Ele, para Ele

“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” (1 Coríntios 10:31).

Nos últimos anos, os “gurus” do mundo corporativo têm procurado apresentar formas alternativas de gerir negócios.
De fato, o sucesso tem sido atribuído àqueles que dirigem seus negócios com uma atitude servidora.
Isto é, pessoas que resolveram a questão do ego, que se veem como membros de um mesmo time.
Se você tirar Deus deste quadro, é muito difícil imaginar liderança servidora, ou pessoas abnegadas que já resolveram as questões do
ego.
Resultado?
Crise de relacionamentos que resultam em crises financeiras e institucionais.
Os profissionais tementes a Deus podem beneficiar as corporações se fizerem como o apóstolo Paulo instruiu: “não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus” (Efésios 6:6).
Independentemente se você é um funcionário, um supervisor ou diretor-presidente, a partir do momento que entendermos que nosso verdadeiro patrão é Deus, nossa forma de trabalhar será totalmente transformada.
Haverá uma revolução na área corporativa se apenas considerarmos como objetivo agradarmos a Deus em toda e qualquer circunstância.