A que preço?

“Não te fatigues para enriqueceres; e não apliques nisso a tua sabedoria” (Provérbios 23:4).

Deus tem me dado a oportunidade de conhecer vários empreendedores; entre eles arrojados, inseguros, conservadores…
Assim como são diferentes em seus estilos, a razão de fazerem negócios também.
Uns querem mais dinheiro por uma questão de status, para outros é simplesmente um jogo, uma compulsão para fazer negócios, e ainda há aqueles que fazem negócio para melhorarem sua qualidade de vida.
De qualquer maneira, podemos dizer que dinheiro não é um fim em si mesmo, mas um meio.
Outra coisa que podemos dizer sobre dinheiro é que ele nunca é suficiente, sempre podemos usar um pouco mais.
Dizem que alguém perguntou para o multimilionário Rockefeller quanto mais dinheiro ele gostaria de ganhar, ao que ele respondeu: “Um pouco mais…”.
O problema surge quando queremos buscar este ‘um pouco mais’ a todo custo, passamos a buscar um oásis imaginário num deserto árido e, quanto mais buscamos esta miragem, mais no deserto nos metemos.
Garganta seca, pés trôpegos, cansaço generalizado e nada de oásis.
Nas palavras do sábio escritor de Provérbios: “Porventura fitarás os teus olhos naquilo que não é nada? Pois certamente a riqueza fará para si asas, como a águia que voa pelos céus” (Provérbios 23:5).
Este, sem dúvida, é um mau negócio.