“Pois o Senhor teu Deus te abençoou em toda a obra das tuas mãos; …; estes quarenta anos o Senhor teu Deus esteve contigo, coisa nenhuma te faltou” (Deuteronômio 2:7).

O livro de Deuteronômio contém uma mensagem dinâmica para o povo de Deus.

Depois de vaguearem pelo deserto por 40 anos, os filhos de Israel achavam-se então no limiar da Terra da Promessa.

A primeira geração que deixara o Egito e testemunhara os grandes sinais havia morrido no deserto (exceção de Josué e Calebe).

O que aguardava a segunda geração?

Quais seriam os problemas peculiares a enfrentar do outro lado do Jordão?

Estariam eles dispostos a renovar a aliança com Deus?

A) A primeira geração de Israelitas testemunhou a abertura do Mar Vermelho; a segunda testemunharia a abertura do rio Jordão.

B) A primeira geração firmou aliança com Deus aos pés do monte Sinai; a segunda geração deveria firmar aliança com Deus aos pés do monte Gerizim e Ebal.

De tempos em tempos as novas gerações passam por momentos de dúvidas e questionamentos em relação às grandes obras de Deus e é importante lembrarmos das grandes obras de Deus em nossas vidas e passarmos adiante.

Experimente contar para os seus filhos, amigos, vizinhos o que Deus já fez em sua vida.

Aprendemos também que cada um de nós e cada geração é responsável para decidir seguir a Deus ou não.

“Então Jeosafá temeu, e pôs-se a buscar o Senhor, e apregoou jejum em todo o Judá” (2 Crônicas 20:3).

Há uma história bastante interessante no Velho Testamento, que se encontra em 2 Crônicas 20.

É a história do rei Josafá, que estava diante de uma batalha.

Josafá era rei de Judá, e ocupou o trono por 25 anos.

Ele era um governante capaz, ele era um adorador fiel a Deus.

A história dele é interessante, porque pode ilustrar como a vida cristã pode ser vivida.

O apóstolo Paulo disse que o que foi escrito no Velho Testamento, foi escrito para exemplo, e disse ainda que toda Escritura é inspirada e útil ao ensino.

Portanto, é esta a função que o texto de 2 Crônicas 20 cumpre em nossas vidas.

O que acontecia naquela época era o seguinte: a situação do povo de Judá era de ignorância bíblica.

Eles não investiam tempo necessário para ouvir o que Deus tinha a dizer.

Eles não investiam tempo para compreender como a palavra de Deus poderia mudar a vida deles.

O rei Josafá, compreendendo que a palavra de Deus era o primeiro passo para que as pessoas vivessem dignamente, iniciou um processo de educação religiosa por toda a nação,

buscando reverter o declínio que o rei Asa havia permitido que acontecesse no coração e na mente daquele povo.

Devido a esse investimento, o povo começou novamente a buscar a Deus.

Se quisermos ter uma vida cristã efetiva, temos quer investir tempo no aprendizado da palavra de Deus.

“Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5:16)

Nós devemos desesperadamente buscar apresentar uma fé viva, uma fé sólida, capaz não apenas de grandes realizações, mas uma fé de transformação de vida, uma fé que demonstra o milagre interior; a nossa sociedade precisa disso, nós precisamos disso,

e é o que devemos fazer.

Você pode ainda hoje fazer o que Jesus disse, falando no Sermão

do Monte em Mateus, que as nossas obras deveriam ser vistas pelos homens a fim de que os homens glorificassem ao nosso Pai.

Muitas pessoas dizem assim “eu não me importo com o que os homens pensam, eu me importo com o que Deus tem a dizer”. Esse é um raciocínio ilógico, esse é um critério ilógico de pensamento.

É como eu tenho dito, não é porque o apito sempre soa antes do trem partir que signifique que o apito é o que liga o trem não, essa é uma falsa lógica.

Dizer que não se importa com o que os homens pensam e, assim fazer o que se quer da vida, pode soar muito espiritual, mas na verdade não é.

Aquele que serve a Deus é alguém que dá um bom testemunho diante dos homens para que o nome de Deus seja glorificado. Que Deus nos ajude a ter uma fé pública, mas também uma fé privada.

“Então Samuel tomou o chifre do azeite, e ungiu-o no meio de seus irmãos; e desde aquele dia em diante o Espírito do Senhor se apoderou de Davi…” (1 Samuel 16:13).

Em muitos lugares o Espírito Santo é lembrado como uma força ou um poder, outras vezes como um canal entre nós e Deus e, é claro que Ele é muito mais do que isso.

Nosso desafio é conhecermos mais a respeito Dele.

A palavra de Deus nos fala muito a respeito do Espírito, inclusive nos dá algumas formas para podermos entendê-lo melhor,

como por exemplo 1 Samuel 16:13 que nos fala sobre o óleo. Quando um sacerdote ungia alguém, essa pessoa era cheia do Espírito Santo para poder cumprir a missão que Deus havia designado.

O óleo só representava algo que estava acontecendo dentro da pessoa, o derramar do Espírito sobre ela.

No versículo 14 vemos “E o Espírito do Senhor se retirou de Saul…” da mesma forma que o Espírito entrava, Ele também poderia sair.

E isso é um pesadelo para muitas pessoas ainda hoje.

O Novo Testamento nos diz em João 14.17 “O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós”.

Isso quer dizer que quando recebemos Cristo como nosso Salvador, nos tornamos a habitação permanente do Espírito Santo e jamais perderemos essa unção.

“Estas são as gerações de Jacó: Sendo José de dezessete anos, apascentava as ovelhas com seus irmãos; e estava este mancebo com os filhos de Bila, e com os filhos de Zilpa, mulheres de seu pai; e José trazia uma má fama deles a seu pai” (Gênesis 37:2).

Abraão teve dois filhos: Ismael, filho de Hagar, serva de Sara, e Isaque, filho de Sara.

Isaque por sua vez teve dois filhos: Esaú e Jacó.

O segundo tem uma história bem interessante.

Um nome sugestivo: enganador.

Mas, ele teve o seu caráter transformado, bem como o seu nome, de Jacó para Israel, ”Príncipe com Deus ou Campeão com Deus”. Jacó teve uma grande família.

Doze filhos e uma filha. José era um desses filhos, e com a vida de José nós aprendemos uma grande lição: o triunfo da fidelidade.

A vida de José pode ser dividida em quatro partes principais: José e sua família; José e Potifar; José e os prisioneiros; José e o Faraó.

Vamos falar sobre José e sua família: Em Gênesis capítulo 37, versículos de 1 a 3, o texto começa dizendo que é a história de Jacó.

Continuando a leitura do texto, vemos José com dezessete anos. A ligação entre Jacó e José era tão estreita, que quando o texto nos diz ”esta é a história de Jacó”, ele começa a nos contar a história de José.

A história dos dois se mistura de uma forma interessante.

E acaba apresentando lições espirituais importantes para as nossas vidas.

José era fiel.

“E seus irmãos foram apascentar o rebanho de seu pai, junto de Siquém” (Gênesis 37:12).

No capítulo 37 de Gênesis, versículos 12 a 18, encontramos a transição na vida de José.

Dotã ficava 32 km ao norte de Siquém.

Era um lugar conhecido por ter boa pastagem, e por ter uma área por onde passavam muitas caravanas de comerciantes.

Os irmãos de José haviam dito que iriam a Siquém apascentar o rebanho de seu pai.

Mas, estavam em Dotã.

A verdade é que José era um filho fiel no meio de filhos infiéis.

É importante termos em mente, que o autor sagrado quer nos mostrar como o grande líder José, estava sendo moldado por Deus.

Um traço importante que podemos notar nesta passagem é a indiscutível fidelidade de José para com seu pai.

O ensinamento é claro: fidelidade é fundamental, mesmo nas pequenas coisas.

Seus irmãos decidiram lhe tirar a vida.

Mas, afinal se contentaram em vendê-lo como escravo.

Ele recebeu um tratamento repugnante.

Porém, as promessas que ele tinha da parte de Deus, fizeram com que ele nunca perdesse as esperanças.

Um dia, ele veria com os próprios olhos, o triunfo da fidelidade.

O que encontramos aqui é alguém disposto a viver dependendo de Deus.

Algumas vezes, nós também enfrentamos situações difíceis, enfrentamos maus tratos, dificuldades.

Algumas vezes recebemos como pagamento da nossa fidelidade, injustiça e traição.

Mas, mesmo assim, não devemos desistir de Deus.

Deus sempre cumpre as Suas Promessas.

“E aconteceu que, desde que o pusera sobre a sua casa e sobre tudo que tinha, o Senhor abençoou a casa do egípcio por amor de José; e a bênção do Senhor foi sobre tudo que tinha, na casa e no campo” (Gênesis 39:5).

A segunda divisão na vida de José é: José e Potifar.

Potifar comprou José dos ismaelitas.

José foi tão correto, fiel, que Potifar reconheceu que Deus estava com ele.

O sucesso de José era tão impressionante que se percebia claramente que uma manifestação sobrenatural estava acontecendo.

Esse fato é evidenciado pela presença de Deus em José.

Nota-se a ênfase da Presença de Deus com ele.

Podemos ver isso em Gênesis 39:2-5.

No versículo 2c nós podemos ver o seguinte: “…e estava na casa de seu senhor egípcio”.

No versículo 4a, b nós podemos ver: “Logrou José mercê perante ele, a quem servia; e ele o pôs por mordomo de sua casa”.

Deus estava com José e este era o segredo de ser tão bem-sucedido.

A prosperidade de José não era algo como uma varinha de condão, ele continuava sendo escravo, mas ele era fiel.

José estava vivendo o triunfo da fidelidade.

José era escravo, ele servia porque entendia que para ser fiel a Deus, precisava ser fiel aos homens.

Algumas pessoas querem ser fiéis a Deus, mas não são fiéis aos homens.

Traem e são dissimuladas.

Precisamos entender que servimos a Deus servindo aos homens. Só devemos nos rebelar contra os homens, quando a vontade deles é contra a vontade de Deus.

“Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros” (Efésios 4:25).

Não me lembro de ter ouvido tantas vezes como ultimamente as seguintes palavras: ética, verdade, mentira, decoro, honestidade, desonestidade.

Isso me faz pensar na anatomia da mentira.

Mentira, de acordo com o dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, é: “ato ou efeito de mentir; engano, falsidade, fraude. Qualquer coisa feita na intenção de enganar ou transmitir falsa impressão”.

A) Ato.

Mentira não se dá por acidente é fruto da vontade.

B) Intenção.

Mentira tem propósito, tem a intenção de perverter a verdade.

Como alguém já disse com muita propriedade: A verdade existe, as mentiras são inventadas.

Por que a mentira é tão sedutora?

Para alguns, a mentira é o caminho mais “fácil” para se livrar de uma situação difícil.

Para outros o caminho mais “barato” para se livrarem de uma situação que custa caro, e ainda outros a veem como o caminho mais “curto” para se livrarem de longas consequências. Somando-se ainda o fato de que maioria das pessoas está mais propensa a responder as emoções do que aos fatos, isto torna a mentira extremamente sedutora.

Por esta razão, o mentiroso tem sempre o cuidado de dizer o que os outros querem ouvir, e claro misturarem vários fatos, a fim de que a mentira pareça-se mais com a verdade.

Porém, os seguidores de Cristo, pautam-se sempre pela verdade.

“Antes exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado” (Hebreus 3:13).

William Barclay contou uma fábula que fala sobre três demônios aprendizes vindo à terra para terminar sua aprendizagem.

Eles falavam com Satanás, maioral dos demônios, sobre seus planos para tentar e arruinar os homens.

O primeiro falou, “Eu lhes direi que não há um Deus”.

Satanás disse, “Isso não vai enganar muitos, pois eles sabem que há um Deus”.

O segundo disse, “Eu lhes direi que não há um inferno”.

Satanás respondeu, “Você não enganará ninguém dessa forma; homens já sabem que há um inferno”.

O terceiro disse, “Eu direi aos homens que não tenham pressa”. “Vá”, disse Satanás, “e você os arruinará pelos milhares”.

A mais perigosa de todas as ilusões é a de que há tempo de

sobra.

O dia mais perigoso na vida de um homem é quando ele aprende a palavra ‘amanhã’.

Há coisas que não podemos adiar, pois nenhum homem sabe se, para ele, o amanhã virá.

“Portanto, vede diligentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, usando bem cada oportunidade, porquanto os dias são maus” (Efésios 5:15,16).

“Agora, Senhor, despede em paz o teu servo, segundo a tua palavra” (Lucas 2:29).

Em Lucas capítulo 2, encontramos a história de um homem chamado Simeão.

Simeão era um ancião que servia a Deus no templo, constantemente.

A Bíblia nos diz que ele era um homem piedoso, justo, íntegro.

O versículo 29 nos ensina que ninguém está pronto para morrer enquanto não tiver tido um contato pessoal com Jesus.

Ninguém está pronto para partir desta vida, sem que conheça a Jesus, sem que tenha um relacionamento com Jesus.

Sem que estabeleça contato com o Filho de Deus.

Por quê?

Nós precisamos ver Jesus porque todas as referências sobre o nascimento de Jesus afirmam que Ele é o Salvador, ou seja, Ele

é Aquele que veio para nos salvar.

Mas, salvar do quê?

Salvar-nos do pecado.

Jesus veio para nos garantir o perdão.

Jesus nos garante a vida eterna.

Você já viu a Jesus?

Eu quero dizer, você conhece Jesus?

Quando conheci Jesus, havia acabado de ouvir uma pregação, as pessoas cantavam uma canção que falava de Jesus.

E, naquele dia, algo especial aconteceu comigo.

Decidi ver Jesus em minha vida todos os dias.

Vê-lo através da leitura de Sua Palavra, e dos momentos de oração.

Quem vê Jesus não é mais a mesma pessoa.

Tomé quando viu a Jesus, exclamou:

”Senhor meu e Deus meu”.

Hoje convido você a conhecer Jesus.