A gratidão nos faz bem

“E prostrou-se com o rosto em terra aos pés de Jesus, agradecendo-lhe” (Lucas 17:16a).

Um psicólogo e figura de destaque no campo de pesquisa de gratidão, afirmou que as pessoas ingratas tendem a sofrer mais de: insatisfação, pessimismo, depressão, stress, sentimentos desagradáveis.
Têm ainda maior dificuldade para atingir seus alvos, dificuldade em relacionamentos pessoais, e demora na recuperação de enfermidades.
Os resultados, na verdade, não deveriam nos surpreender, considerando que a Bíblia nos ensina muito sobre gratidão.
Podemos dizer inversamente que as pessoas gratas tendem a maior satisfação, otimismo, menor risco de depressão, são mais tranquilas, possuem sentimentos bons.
E, atingem bem mais seus alvos pessoais.
Relacionam-se melhor com as pessoas e se recuperam rapidamente das enfermidades.
Algumas sugestões práticas para sermos gratos: criar o hábito de agradecer; dizer
‘obrigado/a’, o mais frequente possível; agradecer antes das refeições e até depois, pois é
o alimento que sustenta nosso corpo; agradecer a Deus várias vezes ao longo do dia por
qualquer coisa que nos traga alegria; fazer um diário pessoal e escrever todos os dias pelo
menos uma bênção recebida.
Eu agradeço a Deus por sua vida, e oro para que ela seja cheia de gratidão, porque a
gratidão nos faz bem.

Judas contra os falsos mestres – 2

“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o poderá conhecer?” (Jeremias 17:9).

Quando se trata de falsos mestres, costumamos pensar que todos que falam de Deus são bons…
Não é verdade, eles podem ser enganadores!
Também costumamos pensar: mas eu estou com meu coração em paz, mas nosso coração é enganoso e podemos ser prejudicados por esses pensamentos.
Mas quem eles prejudicam?
a) A igreja.
“Muitos seguirão a suas práticas libertinas… será infamado o caminho da verdade” (2 Pedro 2:2).
b) A família cristã.
2 João 1:1 mostra que esses enganadores têm entrado nas casas e destruído a base da igreja, a família.
O que acontece, o que eles fazem?
É muito mais fácil nos conformar com o mundo do que nos transformar.
Por isso o simples fato de tirar o foco de Cristo, ou apenas focar o carnal, material pode nos fazer cair nessa armadilha.
Afinal, um homem ou uma mulher não tem que lutar para ser infiel, ele só precisa se deixar levar pela sua natureza caída!
Ele tem que lutar para ser fiel.
Um casal de namorados, não precisa se esforçar para ter desejo um pelo outro.
Eles têm que lutar pra manter a sua pureza sexual.
Os mentirosos não precisam se esforçar para mentir, o fofoqueiro não precisa se esforçar pra falar de alguém…
Qualquer coisa que te afaste do caminho da verdade é um falso mestre para você.
Que neste dia o Senhor nos guarde como a menina dos Seus olhos, debaixo das Suas asas
(Salmo 17:8).

Judas contra os falsos mestres – 1

“Amados, enquanto eu empregava toda a diligência para escrever-vos acerca da salvação que nos é comum, senti a necessidade de vos escrever, exortando-vos a pelejar pela fé que de uma vez para sempre foi entregue aos santos” (Judas 3).

Quando olhamos a carta de Judas, precisamos entender o pano de fundo.
Ela foi escrita por Judas, e a maioria concorda ser Judas meio irmão de Jesus, além disso
ela é escrita trazendo uma certa urgência, porque os falsos mestres previstos em 2 Pedro agora já estavam dentro da Igreja.
No v. 3, ele começa dizendo que iria escrever sobre a salvação, mas mudou de ideia e então, convoca os cristãos para a batalha contra os falsos mestres.
Por que os falsos mestres são um risco?
Se nós analisarmos todas as cartas que falam sobre esse assunto, vamos ver que eles são chamados de falsos profetas, falsos mestres, enganadores, falsos apóstolos, etc.
O que a palavra de Deus está dizendo é que eles são bons no que eles fazem: enganar!
O maior problema não são os “Inri Cristos” dos nossos dias e sim os falsos mestres que enganam, ou que não são reconhecidos. Veja o que diz 2 Coríntios 11:13: “Pois os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, disfarçando-se em apóstolos de Cristo”.
E é por isso que é tão importante conhecer a palavra de Deus, porque essa é a única forma de identificar se aquele que está à frente é ou não um falso profeta.
Basta medi-lo pela régua da palavra de Deus!
Cuidado para não ser enganado!

Palavra levada a sério

“Pela fé, Noé, divinamente instruído acerca de acontecimentos que ainda não se viam e sendo temente a Deus, aparelhou uma arca…” (Hebreus 11:7).

Crer em Deus implica em levar a palavra de Deus a sério.
Desde que Noé aceitou a mensagem de Deus, sua vida passou a ser uma “preparação para o evento que Deus lhe dissera que viria”.
Este trabalho de construir uma arca levou cerca de 120 anos, isso quer dizer que Noé passou a dedicar a sua vida, desde que recebeu a mensagem de Deus para preparar-se para aquele dia que Deus lhe dissera que aconteceria.
E todos nós somos confrontados com esta escolha: seguir a palavra de Deus ou negá-la.
Noé escolheu viver como se a palavra de Deus fosse a coisa mais importante no mundo, a palavra de Deus era a sua prioridade e, quantas vezes nós esquecemos da palavra de Deus?
Com Noé, aprendemos que a vida, no meio de tantas trevas, só é possível quando colocamos a palavra de Deus no lugar que ela merece: o primeiro lugar no pódio de nossos corações.
Como você encara a palavra de Deus?
A palavra de Deus tem prioridade na sua vida?
Você investe tempo lendo a Palavra de Deus?
Você tem prazer em ouvir a respeito do texto sagrado?
Se a resposta for não, é porque a Bíblia ainda não é uma prioridade na sua vida, e se ela é uma prioridade na sua vida, deixe que ela se transforme em ações.

Cegueira espiritual

“Saulo levantou-se da terra e, abrindo os olhos, não via coisa alguma” (Atos 9:8).

Saulo era um acadêmico, bem educado, cujo mentor era o melhor dos professores de seu tempo. Saulo tornou-se um especialista em Antigo Testamento.
Conhecia-o de capa a capa ou de rolo a rolo, mas no que se referia às profecias a respeito de Jesus como o Messias ele era completamente cego.
Saulo não conseguia enxergar a grande oportunidade de verdadeiramente servir a Deus.
Saulo perseguiu os cristãos, e acreditava que os perseguindo estava fazendo a vontade de Deus.
Que ironia.
Em certo sentido, Saulo via apenas o seu mundo físico, regado com os seus preconceitos, suas pressuposições e seu fundamentalismo louco.
A única coisa que conseguia enxergar eram suas tradições religiosas.
Acreditava estar cumprindo a vontade de Deus enquanto perseguia os seguidores de Jesus.
Mas que cegueira!
Perseguindo aqueles que amavam o próprio Deus que se fizera carne.
Paulo, ou Saulo naquele momento, não acreditava que Jesus fosse o Messias, não acreditava na mensagem do evangelho, não acreditava nos cristãos.
Mas um dia, na estrada de Damasco, Saulo foi surpreendido por Deus.
Aprendeu de maneira surpreendente que aqueles que perseguem o povo de Cristo estão na verdade perseguindo o próprio Cristo.
É curioso que o texto começa com Saulo enxergando, ele enxergava, mas não via, e precisou
ficar cego para passar a enxergar a grandeza de Deus.

Caminho estreito

“Por quarenta dias foi tentado pelo diabo. Naqueles dias não comeu coisa alguma, e terminados eles, teve fome” (Lucas 4:2).

Quando Jesus foi tentado a negociar com o diabo, Jesus simplesmente rejeitou, baseado no fato de que só Deus deveria ser adorado.
Está aí uma grande lição: não devemos negociar com o diabo e seus asseclas.
Jesus conquistou o Direito e a Soberania sobre todos os reinos, enfrentando o sofrimento, a cruz, e triunfando através da ressurreição.
Era como se o diabo estivesse dizendo a Jesus: “olha, você não precisa sofrer, você não precisa enfrentar a cruz, você vai receber todas essas coisas se simplesmente você me adorar”.
Mas Jesus não aceitou fazer isso.
Ele preferiu enfrentar o sofrimento, a cruz e triunfar através da ressurreição.
Pelo caminho da fidelidade ao Pai, pelo caminho do amor infalível, Jesus aceitou a cruz, e assim Ele é quem é: Soberano sobre os reis da terra.
Assim como você não pode mudar uma pergunta para encaixar-se numa resposta, você não pode comprometer os seus valores, os seus princípios da palavra de Deus, não importa o que você esteja enfrentando.
Mesmo no sofrimento, dificuldades e pressões, não negocie e faça o que é certo.
Seja fiel à sua família, à sua fé, ao seu ministério, porque Jesus nos demonstrou que é assim que encontramos a vitória.

O silêncio

“… para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (João 16:33).

Quantas vezes em sua vida você já teve a impressão de que estava só?
Uma das grandes lutas do cristão é quando não conseguimos ver Deus em momentos de silêncio.
Acredite, Ele está ao seu lado, ainda que você não O possa ver ou ouvir.
Em Mateus 26:17-19, encontramos os discípulos em um momento de festa, aqueles homens estavam celebrando a Páscoa.
Esses discípulos estão no melhor momento de suas vidas, eles eram homens simples e agora são os discípulos de Jesus.
Mas eles não imaginavam o que aconteceria ainda naquele dia.
A traição, os açoites, o julgamento e a crucificação de Jesus.
É dessa forma que muitas vezes chegam os nossos momentos difíceis, sem que estivéssemos esperando.
Uma enfermidade, o fim de um relacionamento, é o aviso que você está desempregado ou falido.
Jesus foi crucificado e morreu na tarde de sexta feira, e para esses discípulos, Jesus havia ido embora, tudo o que eles tinham agora era o silêncio.
Talvez você esteja no meio de uma tempestade, em meio à aflição, mas lembre-se: “tenha paz em Cristo, tenha bom ânimo porque Ele venceu o mundo”.
O domingo desponta com a ressurreição, o socorro, a providência, a graça, o perdão, o consolo, a cura, a vida. Jesus ressuscitou e isso nos garante a vitória!

Apocalipse

“Eu Sou o Alfa e o Ômega”, declara o Senhor Deus, “Aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso” (Apocalipse 1:8).

O Apocalipse é considerado um dos livros mais misteriosos da Bíblia, muitos não leem esse livro por achá-lo muito difícil, mas nós vamos ver que na verdade ele foi escrito não com o objetivo de não ser misterioso, e sim de ser entendido.
Esse livro foi escrito pelo Apóstolo João enquanto estava exilado na ilha de Patmos por volta do ano 95 d.C.
E esse livro também consiste numa leitura apocalíptica – faz uso de símbolos e imagens para ensinar coisas difíceis de entender.
Os cristãos daquela época estavam passando por grande perseguição e, por mais que se falasse que algo podia mudar, eles não conseguiam ver, é como se depois de tanta chuva eles não acreditassem mais que o sol brilharia.
Então esse livro também traz uma estrutura profética, que fala do futuro.
Segundo a tradição, João foi perseguido sob no reinado de Nero e depois por Domiciano.
Foi depois levado para as minas da ilha de Patmos (Apocalipse 1:9), um lugar de tribulação,
trabalho forçado, um lugar onde as pessoas eram colocadas para morrer.
Porém Deus sempre renova as nossas forças e esperança.
João tinha caminhado ao lado de Jesus humilhado, mas agora ele está diante do Jesus gloriicado que mostra que, mesmo diante daquela difícil situação, Deus está no controle de tudo! Não apenas naquele momento, mas toda a sua história está nas mãos de Deus!

Sacrifício por nós

“Ele é a propiciação pelos nossos pecados” (1 João 2:2).

Jesus é Aquele que paga o preço pelos nossos pecados.
A palavra “propiciação” é uma palavra pouco usada, especialmente nos nossos dias, porque está ligada diretamente a um termo de sacrifício.
Está ligada diretamente à prática religiosa de aplacar a ira de Deus através de um sacrifício.
O sacrifício era a propiciação. Por exemplo, no paganismo, era uma forma de fazer com que o deus do paganismo se tornasse o deus favorável àquela pessoa que estava ali oferecendo o sacrifício.
João não está usando a palavra “propiciação” no sentido pagão do termo.
João a usa em um sentido muito mais elevado.
Ele não quer dizer apenas que Deus está irado, quer dizer que Deus é o Deus Santo que precisa ser satisfeito.
Deus é Justo e a Sua Justiça precisa ser satisfeita.
O pecador precisa pagar o seu débito, porque se não for pago, Deus não será justo.
João diz então que Jesus se torna a propiciação.
Jesus se torna o sacrifício, o pagamento dos nossos pecados.
Quando chegarmos diante do Tribunal de Deus, com todos os nossos débitos, a justiça de Deus exigirá que sejamos condenados!
Mas, ali temos um Advogado que é também o Sacrifício, Aquele que pagou a conta e vai dizer: “Pai ele pode ser perdoado, porque a conta dele já foi paga. Aqui está o sacrifício!”.

Sabedoria Financeira

“Aquele que conia nas suas riquezas, cairá; mas os justos reverdecerão como a folhagem” (Provérbios 11:28).

O filme “A Felicidade não se Compra” de 1946 conta a fictícia história de um ser celestial, candidato a anjo.
Embora sem grande fundamento teológico, o roteiro mostra a saga desse candidato a anjo na missão de ajudar um valoroso empresário a encontrar o sentido da vida.
O filme passa a contrastar a vida de dois homens: Henry e George.
O segundo investe sua vida e riqueza ajudando as pessoas a sua volta e conquista o amor de
cada um deles.
Henry, por outro lado descobre que apesar de todo seu dinheiro não poderia comprar o amor das pessoas.
Uma grande lição de vida e mordomia!
Deus também deseja que utilizemos nossa vida e recursos sabiamente.
Se em alguns momentos enfrentamos dificuldades financeiras devemos aprender a confiar em Deus para suprir nossas necessidades.
Por outro lado, quando vivemos momentos de abundância devemos confiar em Deus para termos fé e compartilharmos do muito que temos recebido.
Com uma vida de financeira baseada na fé nunca viveremos o isolamento de Henry, porque não precisaremos comprar ninguém…
Ao contrário, nossas finanças não nos afastarão de Deus e nem das pessoas à nossa volta. Pense nisso.