Hoje é dia de amar a Deus

“Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são, e tu os achaste mentirosos” (Apocalipse 2:2).

Conheço as tuas obras – essa passagem do livro de Apocalipse já começa com uma verdade muito forte, pois nos mostra a onisciência de Cristo.
Não paramos muito para pensar nisso, mas Jesus conhece as nossas obras, Ele sabe quando acertamos, quando erramos e quando fingimos que acertamos.
Quando Deus olha para a Igreja de Éfeso, Ele tem uma visão completa daquela igreja.
Um grande vilão da nossa vida espiritual é a nossa perspectiva humana, pois medimos nossa espiritualidade, nosso relacionamento e até quanto amor temos para com Deus com a nossa pequena régua de 15 cm e nos esquecemos que os caminhos e os pensamentos de Deus são infinitamente maiores do que os nossos.
Essa foi a falha da igreja de Éfeso, o versículo 2 nos mostra que eles tinham excelentes qualidades como: seu labor, a sua perseverança, não toleravam homens maus e ainda colocavam à prova os apóstolos.
Eles haviam tirado boas notas em todas as disciplinas, mas haviam deixado de lado a mais importante: o primeiro amor (Apocalipse 2:3).
Hoje é dia de nos arrependermos e voltarmos à prática das primeiras obras, é dia de decidirmos amar a Deus acima de todas as coisas.

Tenho um amigo que cultiva o hábito de chamar as pessoas pelo nome completo, no meu caso, Leandro dos Santos Tarrataca. Confesso que sempre achei um pouco estranho, mas recentemente ouvindo um cronista esportivo, acho que entendi! O Cronista disse, “Quando alguém é realmente brilhante devemos dizer o seu nome inteiro”” ser generoso com aqueles que estão a sua volta e fazê-los se sentir especiais. Talvez, seja isso que esteja por trás da verborreia nominal do meu amigo. Mas, fico feliz que ele não tenha contato com um homem de Edimburgo, na Escócia, que tem o nome próprio mais comprido do mundo. São 29 palavras – uma para cada letra do alfabeto, com sobras – e 197 letras. Ele se chama Barnaby Marmaduke Aloysius Benjy Cobweb Dartagnan Egbert Felix Gaspar Humbert Ignatius Jayden Kasper Leroy Maximilian Neddy Obiajulu Pepin Quilliam Rosencrantz Sexton Teddy Upwood Vivatma Wayland Xylon Yardley Zachary Usansky. Esse é um nome longo de fato!

Mas, Você sabia que Jesus tem mais de 150 nomes ou títulos atribuídos a Ele? E que cada um desses nomes e títulos nos revelam algo especial sobre Ele e seu caráter?

Fique tranquilo, não farei a exposição de cada um deles, mas vou destacar alguns, começando hoje com o nome “Jesus”, certamente o mais conhecido deles.

O Nome “Jesus” é um anglicismo Grego do Nome Hebraico,  Yeshua, que é uma abreviação de Josué ou Yehoshua (Num 13:16), esse encurtamento ocorreu durante o cativeiro Babilônico (Ne 8:17), assim temos duas referências no Antigo Testamento que é transliterada para o Português como “Jesua” (Ed 2:2; Ne 7:7). Essa é a forma utilizada no Novo Testamento para o nome “Jesus”.

O nome é a composição de dois vocábulos Hebraicos, “Yeho” uma referência ao nome de Deus em Hebraico Yahweh, mais o verbo yasha que significa salvar, resgatar, livrar.

Assim, literalmente o nome Jesus carrega fortemente a ideia de que Yahweh Salva!

Logo, o nome Jesus significa “Salvador”. Esse foi o nome dado por Deus Pai ao seu filho, posto que Jesus “salvaria o seu povo dos seus pecados”.

Essa é sua função mais que especial.

Salvar da culpa dos pecados, purificando nos pelo seu próprio sangue expiatório.

Salvar nos do domínio do pecado nos doando a presença santa do Espírito em nossos corações.

Salvar da presença do pecado quando nos levar para sua presença.

Salvar das consequências do pecado, quando nos dará um corpo glorificado.

O nome Jesus é um nome que deveria nos trazer grande encorajamento, pois sintetiza que a fé Cristã, não consiste tanto no que fazemos para Deus, mas no que Deus fez por nós ao nos enviar seu Filho.

“Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.”

João 13:17

Oração por sete bênçãos

“Por esta razão, nós também, desde o dia em que ouvimos, não cessamos de orar por vós, e de pedir que sejais cheios do pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual; para que possais andar de maneira digna do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda boa obra, e crescendo no conhecimento de Deus, corroborados com toda a fortaleza, segundo o poder da sua glória, para toda a perseverança e longanimidade com gozo; dando graças ao Pai que vos fez idôneos para participar da herança dos santos na luz, e que nos tirou do poder das trevas, e nos transportou para o reino do seu Filho amado; em quem temos a redenção, a saber, a remissão dos pecados…” (Colossenses 1:9-14).

Nessa oração de Paulo encontramos um pedido para que sete bênçãos repousem sobre a vida dos que creem, vejamos:
1) Pleno Conhecimento;
2) Toda Sabedoria;
3) Entendimento Espiritual;
4) Frutificar em toda boa obra;
5) Crescer no conhecimento de Deus;
6) Corroborados (confirmados) com toda fortaleza.
7) Perseverança e longanimidade com alegria.
Essas são bênçãos maravilhosas que estão disponíveis e podem ser recebidas pela oração.

Não na mesma moeda

“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Romanos 12:1).

Nesta passagem, não ser vencido pelo mal, quer nos dizer que não devemos dar lugar à tentação de pagar o mal com o mal, ou seja, de retaliar (olho por olho, dente por dente); mas que nós devemos vencer o mal com o bem, ou seja, com ações bondosas com aqueles que são os nossos ofensores.
Muitas ilustrações poderiam ser apresentadas aqui, como por exemplo, Davi, quando teve a oportunidade de tirar a vida de Saul.
Ele tinha a lança na sua mão, Saul estava dormindo, ele poderia tê-lo feito, mas ele não o fez porque resolveu oferecer misericórdia, e, na história de Davi nós sabemos que ele teve essa oportunidade por pelo menos duas vezes, e, nas duas vezes, ele abriu mão disso.
Ele pagou o mal com o bem; e foi exatamente o que disse Saul a Davi, em 1 Samuel 24:16, 17: “E chorou Saul em alta voz. E disse a Davi: mais justo és do que eu; pois tu me recompensaste com o bem, e eu te paguei com mal”.
A filosofia do mundo em que vivemos leva-nos sempre a oferecer a retaliação quando somos ofendidos, e é isso que alguém espera quando comete algum erro: que retaliemos de alguma forma.
Quando esta pessoa recebe amor e perdão ao invés de retaliação, isso vai simplesmente fazer com que aquele coração embrutecido e tomado de pecado, se derreta diante da ação sobrenatural de Deus.


“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Romanos 12:1).

Nesta passagem, não ser vencido pelo mal, quer nos dizer que não devemos dar lugar à tentação de pagar o mal com o mal, ou seja, de retaliar (olho por olho, dente por dente); mas que nós devemos vencer o mal com o bem, ou seja, com ações bondosas com aqueles que são os nossos ofensores.
Muitas ilustrações poderiam ser apresentadas aqui, como por exemplo, Davi, quando teve a oportunidade de tirar a vida de Saul.
Ele tinha a lança na sua mão, Saul estava dormindo, ele poderia tê-lo feito, mas ele não o fez porque resolveu oferecer misericórdia, e, na história de Davi nós sabemos que ele teve essa oportunidade por pelo menos duas vezes, e, nas duas vezes, ele abriu mão disso.
Ele pagou o mal com o bem; e foi exatamente o que disse Saul a Davi, em 1 Samuel 24:16, 17: “E chorou Saul em alta voz. E disse a Davi: mais justo és do que eu; pois tu me recompensaste com o bem, e eu te paguei com mal”.
A filosofia do mundo em que vivemos leva-nos sempre a oferecer a retaliação quando somos ofendidos, e é isso que alguém espera quando comete algum erro: que retaliemos de alguma forma.
Quando esta pessoa recebe amor e perdão ao invés de retaliação, isso vai simplesmente fazer com que aquele coração embrutecido e tomado de pecado, se derreta diante da ação sobrenatural de Deus.

 

A escolha é nossa

“Mas Paulo respondeu: Açoitaram-nos publicamente sem sermos condenados, e sendo nós cidadãos romanos nos lançaram na prisão, e agora encobertamente nos lançam fora? Não será assim! Venham eles mesmos, e tirem-nos para fora” (Atos 16:37).

Policarpo, patriarca e líder de uma igreja muito importante, foi ameaçado de morte.
Ele disse: ‘Por 86 anos tenho servido a Cristo. Ele nunca me fez nenhum mal. Como poderia, eu, blasfemar diante do meu Rei e Salvador?’.
Policarpo morreu queimado em uma estaca, mas não negou a fé.
O teólogo alemão, Dietrich Bonhoeffer, se levantou contra a tirania nazista, e foi condenado à morte.
O Pastor Martin Luther King Jr. confrontou o racismo nos EUA e foi assassinado.
E o que dizer de milhares de missionários, que no passado iam para regiões da África sem saber se voltariam vivos?
Ao invés de utilizarem malas comuns, utilizavam caixões onde colocavam suas coisas.
Acreditavam que iam morrer pela causa de Cristo.
A escolha é nossa.
Que tipo de pessoas representaremos?
Seremos nós aquela igreja que está sendo edificada, artificialmente produzida pelos homens, completamente descompromissada com a mensagem do Evangelho de Jesus?
Talvez não cometamos os mesmos pecados dos nossos antepassados, tão sangrentos, mas talvez tenhamos o mesmo egoísmo.
A escolha é nossa!

Reconhecimento

“Tua é, ó Senhor, a grandeza, e o poder, e a glória, e a vitória, e a majestade, porque teu é tudo quanto há no céu e na terra; teu é, ó Senhor, o reino, e tu te exaltaste como chefe sobre todos. Tanto riquezas como honra vêm de ti , tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder; na tua mão está o engrandecer e o dar força a tudo. Agora, pois, ó nosso Deus, graças te damos, e louvamos o teu glorioso nome” (1 Crônicas 29:11-13).
Gostamos de ser valorizados e reconhecidos em nossas realizações diárias.
Muitas de nossas reclamações estão relacionadas ao não reconhecimento do nosso valor, da nossa importância.
E nós?
Como temos agido em relação aos outros?
Temos reconhecido o que fazem, seu esforço, sua dedicação, sua integridade?
Temos declarado esse reconhecimento?
Como temos agido em relação a Deus?
No versículo do início lemos um belo reconhecimento por parte do rei Davi.
Nesse texto, ele reconhece que tudo o que aparentemente era inerente ao rei, toda a pompa, todo o poder, na verdade tinha sua fonte em Deus.
Ele reconhece que nada vinha dele mesmo.
Assim, ele se sente impelido a dar graças e louvar esse Deus que é o causador de tudo.
Que a atitude de Davi seja exemplo para nossas orações, nossa forma de viver e nos relacionarmos com Deus.

Oração pela paz mental

“Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças; e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus” (Filipenses 4:6, 7).

Paz, quem não deseja?
Os muros que são construídos ao redor de nossas casas ou dos condomínios, o patrulhamento de ruas, o monitoramento eletrônico, os medicamentos dos mais variados, tudo isso aponta para nosso desejo pela paz.
Jesus disse certa vez que daria Sua paz aos Seus discípulos, mas que Sua paz não era a mesma desse mundo.
A paz e segurança de quem conhece Jesus, extrapolam a quietude dessa terra.
É uma tranquilidade que vem de dentro para fora, e não o inverso, é ter em si um pedaço do céu.
Nos tornamos ansiosos quando buscamos paz exterior, mas a oração é a estrada para um encontro com a paz que Cristo nos dá.
Pois Ele guardará os nossos pensamentos e sua paz será tão inexplicável, que só poderá ser definida como “Paz que excede todo o entendimento”.

Somos especiais para Deus

“Pois tu és um povo santo ao Senhor teu Deus. O Senhor teu Deus te escolheu para que lhe fosses o seu povo próprio…” (Deuteronômio 7:6).
Através da história, pensadores têm especulado a razão da nossa existência, o sentido da vida.
Muitos pensadores gregos acreditavam que a vida era apenas um ciclo contínuo e repetitivo, sem propósito.
Seríamos apenas o resultado de um acidente.
Tudo isso significaria que não há Deus.
Mas, se isso fosse verdade, então não haveria diferença entre um homem e uma árvore.
Não haveria nenhuma complicação moral em derrubar uma árvore ou matar uma pessoa.
Não resta dúvida de que todos ficam chocados e entristecidos quando vidas humanas são ceifadas de maneira tão brutal, como aconteceu no voo da Air France, que desapareceu naquela noite de domingo, na rota Rio-Paris, com 228 pessoas a bordo.
Todos nos sensibilizamos, porque sabemos que somos mais que árvores.
Somos mais do que animais.
Embora algumas pessoas pensem diferente.
Deus não nos vê assim.
Deus nos vê como seres especiais, criados para uma função especial.
Não importa a cor da nossa pele, se somos capazes ou incapazes de realizar algumas coisas.
A verdade é que somos todos objetos do Seu Amor e do Seu Propósito.
Por isso, ao longo da história, Deus sempre agregou aqueles que O reconhecem como Deus.

Desejável

“(A sabedoria) não se pode comparar ao ouro nem o cristal; nem se trocará por joia de ouro fino” (Jó 28:17).

O que tem mais valor no universo?
Qual o item mais cobiçado?
Jó, depois de passar por sua prova de fé, afirma que a sabedoria vale mais que joias de ouro fino ou pedras preciosas.
Diz também que todos desconhecem onde ela se encontra e Deus é quem a estabeleceu.
Também o sábio autor do livro de Provérbios diz, em várias passagens, sobre o valor da sabedoria e o esforço que deveríamos empreender para buscá-la.
Nos dias em que vivemos, quando desprendemos tanto esforço, tanto suor e trabalho para finalmente adquirir coisas, é importante pararmos e refletirmos sobre o real valor das ‘coisas’ e da sabedoria.
Se os autores bíblicos (inspirados por Deus) estão certos (e, de fato, estão) devemos buscar adquirir a sabedoria a qualquer custo.
E onde a encontramos?
No próprio Deus!
Ele nos fala em Isaías 55:2, 3: “Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão! e o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer? ouvi-me atentamente, e comei o que é bom, e deleitai-vos com a gordura. Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei um pacto perpétuo, dando-vos as firmes beneficências prometidas a Davi”.
Por que não aceitamos o convite?

 

Imitadores

“Porque eu vos dei exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Em verdade, em verdade vos digo: Não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou. Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as praticardes” (João 13:15-17).

Por alguma razão, temos produzido um exército de pessoas que falam em nome de Jesus mas não apresentam a encarnação da obediência às palavras de Jesus.
O que está faltando?
Acredito que esteja faltando a disciplina da obediência.
A disciplina que tanto caracterizou a vida dos primeiros Cristãos e ainda de muitos outros hoje.
Homens e mulheres que entenderam que viver o evangelho é mais que uma grife, é mais que uma simples verbalização de ideias.
É a cada dia brilhar a luz, pagar o mal com o bem, é perdoar, é ser honesto quando todos menosprezam o caráter, é brindar esta sociedade carrancuda com um sorriso, o sorriso de quem entendeu que a causa da felicidade não está nos bens que se possui e sim no fato de se deixar possuir por Jesus.
De saber que não nos pertencemos, que temos Mestre e Senhor e nos cabe servi-lo.
Nos versículos acima, Jesus revela Sua expectativa de que aqueles que professam o Seu nome sigam e obedeçam as Suas palavras. Podemos dizer com nossas atitudes que somos Seus imitadores?