Comida para a alma

“Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus” (Mateus 4.4).

Um frequentador de igreja escreveu para o editor de um jornal e declarou que não faz sentido ir aos cultos todos os domingos.
“Eu tenho ido à igreja por 30 anos e durante este tempo devo ter ouvido uns 3.000 sermões. Mas, por minha vida, com exceção de um ou outro, eu não consigo lembrar da maioria deles… Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os pastores também estão desperdiçando o tempo deles”.
O editor chefe do jornal recebeu diversas cartas, das quais, ele decidiu publicar esta resposta de outro leitor: “Eu estou casado há mais de 30 anos. Durante este tempo minha esposa deve ter cozinhado umas 3.000 refeições. Mas, por minha vida, com exceção de uma ou outra, eu não consigo me lembrar da maioria delas, mas de uma coisa eu sei, todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu trabalho. Se minha esposa não tivesse me dado estas refeições, eu e nossos filhos estaríamos desnutridos ou mortos. Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à Igreja para alimentar minha alma e de minha família, estaríamos hoje em terríveis condições espirituais”.
O progresso em nossa vida espiritual pode não ser tão aparente, mas certamente continuará seu processo se não desistirmos de nossa caminhada.

“Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus” (Mateus 4.4).

Um frequentador de igreja escreveu para o editor de um jornal e declarou que não faz sentido ir aos cultos todos os domingos.
“Eu tenho ido à igreja por 30 anos e durante este tempo devo ter ouvido uns 3.000 sermões. Mas, por minha vida, com exceção de um ou outro, eu não consigo lembrar da maioria deles… Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os pastores também estão desperdiçando o tempo deles”.
O editor chefe do jornal recebeu diversas cartas, das quais, ele decidiu publicar esta resposta de outro leitor: “Eu estou casado há mais de 30 anos. Durante este tempo minha esposa deve ter cozinhado umas 3.000 refeições. Mas, por minha vida, com exceção de uma ou outra, eu não consigo me lembrar da maioria delas, mas de uma coisa eu sei, todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu trabalho. Se minha esposa não tivesse me dado estas refeições, eu e nossos filhos estaríamos desnutridos ou mortos. Da mesma maneira, se eu não tivesse ido à Igreja para alimentar minha alma e de minha família, estaríamos hoje em terríveis condições espirituais”.
O progresso em nossa vida espiritual pode não ser tão aparente, mas certamente continuará seu processo se não desistirmos de nossa caminhada.

Compromisso com a Palavra de Deus

“Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito” (João 15:7).
Este versículo tem sido usado de forma equivocada por muitas pessoas.
Uma regra básica de interpretação bíblica é respeitar o contexto, o que vem antes e o que vem depois.
O capítulo 15 de João trata de vida frutífera, como é possível que eu, enquanto ramo, produza fruto?
Jesus no capítulo 15, versículo 7 diz ‘se vós estiverdes em mim’ (primeira condição), ‘e as minhas palavras estiverem em vós’ (segunda condição), ‘tudo o que pedirdes vos será feito’ e será possível ter uma vida frutífera.
Não dá para imaginar o cristão vencendo o pecado a menos que ele tenha um compromisso profundo com a palavra de Deus.
Há uma citação que diz o seguinte: “ou este livro (a Bíblia) te afasta do pecado, ou o pecado te afasta deste livro”.
O nosso salvador, Jesus, em sua oração sacerdotal em João 17:17, disse: “Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade”.
A essência da auto confirmação com Jesus está na verdade, Jesus disse: “eu santifico a mim mesmo”, mas Jesus disse isso para que possamos receber santificação por meio do que Ele faz, e a nossa santificação se dá por meio da verdade, a palavra de Deus.
Assim, podemos dizer que Jesus se santifica em resposta à palavra de Deus e Jesus estabelece o modelo da nossa santificação: “santifica-os na tua verdade”.

Rendição

“Ao homem pertencem os planos do coração; mas a resposta da língua é do Senhor” (Provérbios 16:1).

Uma amiga relatou que um dia desses o filho dela estava montando um quebra-cabeça e ele insistia em colocar uma peça num lugar onde ela não pertencia.
Girava de todos os lados para a peça entrar, mas o lugar dela não era ali.
Ao ver que a peça não se encaixava onde ele pretendia colocá-la, ele ficou zangado e chateado.
Não é assim com as nossas vidas?
Quantas vezes insistimos em colocar “peças” em nossa vida num lugar que elas não devem estar?
Ficamos de mau humor, culpamos todo mundo, brigamos com Deus, porque queremos que esta “peça” se encaixe de qualquer jeito.
Como crianças manhosas, queremos que nossa vontade seja feita no nosso tempo…
Como pessoas maduras, devemos entregar as peças do quebra-cabeça da nossa vida ao Senhor e deixar que Ele nos dê as peças que Ele tem para nós.
Só Ele tem a figura final, só Ele sabe a imagem, o desenho que irá surgir.
Precisamos confiar que os propósitos d’Ele são melhores do que os nossos.
Fácil?
Não.
Mas, podemos todas as coisas, inclusive confiar e obedecer, porque Ele nos fortalece.

Nele nós também podemos! – 2

“Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Mateus 4:10).

Se o deserto é um lugar para ouvirmos a e reconhecermos quem Deus é e quem nós somos, a tentação é a arma de Satanás para tirar o seu foco de Deus.
V. 3 – Satanás está questionando o amor, mas se eu sou filho porque Deus me trouxe para esse lugar, para essa situação e porque que eu estou com tanta fome?
V. 6 – questiona a fidelidade – será que vou sair dessa inteiro?
Será que as coisas vão se ajeitar?
Será que vai dar certo?
Será que Deus vai me proteger nesse deserto?
V. 9 – Ele questiona a espera – tudo eu te darei, sem que você tenha que passar pela cruz.
E Jesus na forma de homem, resistiu tentações para nos mostrar que se Ele conseguiu, nós também conseguimos resistir as nossas tentações.
E o texto termina dizendo que os anjos o serviam…
Cumprindo agora, não a vontade do homem, mas a vontade de Deus.
Lembrem-se Deus pode te levar para o deserto, mas Ele não vai te deixar só!
Se você está no deserto agora, preste atenção: Deus está falando com você.
Não caia na tentação, Deus te ama, Ele continua sendo fiel, Não perca a esperança!
Na hora certa, você receberá ajuda dos anjos enviados por Deus.
Fique firme!

Nele nós também podemos! – 1

“Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens” (Filipenses 2:7).
Para falarmos da tentação, precisamos nos lembrar que Jesus era 100% Deus e perfeitamente homem, Jesus decidiu sentir como homem, viver como homem, tendo as limitações de um homem, sendo tentado como homem e tudo isso por sua escolha própria (Filipenses 2:7).
Ele continua sendo Deus, mas decidiu viver na forma de homem porque, apesar de Jesus ter todo poder, Ele não está usando o Seu próprio poder para mostrar para mim e para você que se Ele pode vencer o deserto, n’Ele, nós também podemos!
No capítulo 4 de Mateus dos vv. 1 ao 11, encontramos a linda história de Jesus no deserto e a primeira coisa que precisamos entender é que deserto não foi feito para ser um lugar de solidão e sim de solitude, um lugar de silêncio, onde nosso coração se cala, onde a nossa alma se aquieta para ouvirmos e vermos quem é o nosso Deus.
A Bíblia diz que o Espírito impeliu, levou Jesus ao deserto. Precisamos diferenciar deserto de tribulação e ainda da tentação.
Deserto é quando você pensa: não há mais nada que eu possa fazer!
Acho que ninguém pode me ajudar!
Agora é preciso confiar em Deus.
Essa é a hora de crescer e amadurecer, essa é a hora de encontrar com uma vida de vitória, essa é a hora de morrer, porque você entende que a vida só faz sentido se você viver a vida de Cristo!

Já tenho tudo!

“Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre” (Salmos 136:1).

Um vendedor ambulante bate à porta de uma casa e oferece: Minha senhora, tenho aqui linhas, agulhas, alfinetes, presilhas, zíperes, grampos, pentes, escovas…
A senhora responde, de pronto: Não preciso de nada disso, já tenho tudo que preciso!
Ao que ele diz: Então, que tal comprar esse livro de orações para agradecer a Deus por não lhe faltar nada?
Quantas vezes deixamos de ser gratos a Deus!
Quantas vezes ignoramos as bênçãos recebidas diariamente!
O Salmo 136 nos incentiva a sermos gratos a Deus, a demonstrarmos nossa gratidão a Deus por causa de tantas coisas que Ele já fez por nós.
O Salmo lista vários feitos de Deus em nosso favor, desde a criação à libertação do povo de Israel.
Interessante notar que nesse ponto da história Deus ainda não havia cumprido Seu plano de salvação enviando Jesus.
Assim, nós temos ainda mais razões que o salmista para sermos gratos a Deus: Seu filho Jesus que nos garante a salvação, a presença do Espírito
Santo a nos guiar e consolar diariamente, a esperança da vida eterna.
Pare agora mesmo e agradeça a Deus pelo muito que você já tem.

Como o Pai

“Para que vos tornei filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre os maus e bons e vir chuvas sobre os justos e injustos” (Mateus 5:45).

Em Êxodo 10:22 e 23, nós encontramos um relato que ilustra o poder de Deus, a capacidade de Deus.
“Então, disse o Senhor a Moisés: Estende a mão para o céu, e virão trevas sobre a terra do Egito, trevas que se possam apalpar. Estendeu, pois, Moisés a mão para o céu, e houve trevas espessas sobre toda a terra do Egito por três dias. Não viram uns aos outros, e ninguém se levantou do seu lugar por três dias; porém todos os filhos de Israel tinham luz nas suas habitações”.
Este versículo possivelmente nos fala a respeito de uma combinação de violenta tempestade de areia e escuridão palpável.
Veja, Deus poderia fazer isso ainda hoje, Deus poderia dar trevas para os injustos e luz para os justos, sol para os justos e escuridão para os injustos.
Mas este não é o estilo de Deus; Ele prefere, na Sua misericórdia, entregar ao pior dos homens o conforto de Sua boa mão.
É isso que Deus quer nos ensinar, Deus quer nos dar aqui uma lição muito importante, se Ele pode conceder de sua misericórdia, por que eu não?
Se Ele pode conceder da Sua bondade àqueles que estão em rebeldia contra Ele, por que não nós?
Somos pecadores, dependentes da graça e da misericórdia.
Se quisermos ser semelhantes ao Pai, devemos agir como o Pai age.

Planejamento e oração

“… Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo” (Tiago 4:15).

Tudo o que é essencial para guiar a sua vida encontra-se na Palavra de Deus: a Bíblia Sagrada.
O problema é que muitas vezes nós somos preguiçosos para buscarmos a vontade de Deus na Bíblia, parece-nos mais fácil lermos apenas um trechinho da
palavra numa caixinha de promessas, mas veja, em 2 Timóteo 3:16 e 17: “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra”.
Veja, toda Escritura é útil para a repreensão, para o ensino, correção e educação a fim de nos aperfeiçoar, então, o que eu tenho a lhe dizer é: boa leitura, porque a Bíblia nos prepara para toda boa obra.
É importante que você ore pela vontade providencial de Deus, para que Deus intervenha nas circunstâncias, uma dica: planeje e ore.
Planeje o que deve ser feito e ore pela providência divina, um exemplo bíblico: “Pedindo sempre em minhas orações que nalgum tempo, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião de ir ter convosco” (Romanos 1:10).
Embora Paulo estivesse orando por esta possível viagem, Paulo também estava planejando-a.
Por isso, ore pela providência, mas também planeje para que você possa levar a termo determinado projeto.

A cara do Pai

“Para que vos tornei filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre os maus e bons e vir chuvas sobre os justos e injustos” (Mateus 5:45).

Uma das razões que deve nos inspirar a expressarmos amor, perdão, misericórdia, e buscar a reconciliação para com os nossos adversários é ser como o Pai.
Deus é o supremo benfeitor do Universo, Ele é aquele que constantemente está fazendo o bem para este mundo, este mundo que não O aceita, Deus continua oferecendo Seus atos de misericórdia para estas pessoas.
Deus continua enviando estes presentes divinos distribuídos para os bons e também para os maus, sobre justos e injustos; estes milagres da providência de Deus são desfrutados por todos os homens.
Assim sendo, a ideia é que eu e você não devemos amar apenas aqueles que são amigos, e para tanto, nós não levamos em consideração o que está diante dos nossos olhos, nós não amamos por aquilo que estamos vendo nas pessoas, nós não perdoamos porque estamos apenas olhando para as pessoas, nós perdoamos não pelo que está diante dos nossos olhos, mas por algo que está dentro de nós: a presença de Deus.
Nós perdoamos não porque o sol brilha sobre nossas cabeças, e sim porque o sol da Justiça brilha dentro de nós.
Mais uma vez, nós perdoamos e amamos não porque levamos em conta o que está diante da vista e sim o que está dentro de nós.

Soberano

“Batei palmas todos os povos, celebrem a Deus com vozes de júbilo, pois o Senhor Altíssimo é tremendo é o grande Rei de toda a terra” (Salmo 47:1, 2).

O fato de Deus ser Altíssimo traz em seu bojo a explicação de que Deus é o grande Soberano.
É o Soberano de todas as coisas. A natureza se submete a Ele, as coisas invisíveis ou visíveis, estão subjugadas diante do poder e da grandeza de Deus.
Deus está sobre todas as coisas.
Deus é o Ser supremo de todo universo.
No Antigo Testamento, o termo que é utilizado em hebraico para Altíssimo é El Elion.
Todas as vezes que o termo é empregado ele nos apresenta a autoridade e supremacia de Deus.
A palavra de Deus diz assim em Hebreus 1:1-3: “Havendo Deus outrora falado muitas vezes e de muitas maneiras aos pais pelos profetas, nestes últimos dias nos falou pelo Filho a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual fez também o universo. Ele que é
o resplendor da glória e a expressão exata do Seu Ser, sustentando todas as coisas pela
palavra do Seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas”.
O texto de Hebreus está nos dizendo que Jesus é o resplendor da glória, a expressão exata de Deus.
Jesus traz em Si todas as prerrogativas da divindade.
Quando dizemos: ‘eu creio em Jesus’, estamos dizendo que Jesus é o Soberano do universo.