Antes de tudo, melhores cristãos

“E, tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor e não aos homens, sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis” (Colossenses 3:23, 24).

Seja na igreja ou na empresa, o empreendedor cristão deve procurar fazer sempre mais e melhor, nunca se contentando com o que já atingiu.
Precisamos entender que o importante é fazer tudo para a glória de Deus, conforme nos orienta Paulo em sua carta aos Colossenses.
Ser empreendedor é ser um líder entusiasmado e diferente; é assumir responsabilidades e aproveitar as oportunidades; é ser criativo e não ter medo de lutar por aquilo que sonha; é ser otimista e persistente; é fazer com que as ideias se tornem realidade e ser apaixonado por aquilo que faz.
Ser um empreendedor cristão é executar os sonhos, mesmo que haja riscos; é enfrentar os problemas, mesmo não tendo forças; é tomar atitudes que ninguém tomou; é ter a consciência de que quem vence sem obstáculos triunfa sem glória; é fazer tudo com orientação de Deus.
Essa é a meta da nossa existência: nos tornarmos melhores profissionais, melhores empresários e melhores cristãos na igreja, entendendo que Deus é quem nos dá a sabedoria necessária para obtermos sucesso em nossas vidas.

Livres!

“Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma o teu leito, e anda” (João 5:8).

É uma ignorância pensar que Deus não nos quer agindo, respondendo positivamente à Sua Palavra.
Ele nos garante que irá nos fortalecer, que irá produzir a mudança
necessária em nossas vidas, mas nós devemos nos levantar.
Devemos colocar o melhor da nossa disposição, cada neurônio do nosso cérebro deve aceitar a ordem de Jesus e devemos nos levantar para um novo estilo de vida e nunca mais deitar-nos novamente.
Devemos estar dispostos a dizer sim àquilo que Cristo nos ordena.
Na passagem de João 5, Jesus ordena ao homem que carregue o seu próprio leito.
Existem muitas coisas na vida que tentam nos derrotar, que tentam nos abater, que nos entristecem, de fato, que criam grandes dificuldades; porém, se nós ouvirmos a doce voz do mestre que diz: ‘toma o teu leito e anda!’, isto deve produzir uma atitude determinada em nossas vidas mesmo quando tudo parece sem esperanças, sem propósito, quando tudo
parece não ter mais razão de ser…
Quando ouvimos a palavra do nosso Mestre, quando respondemos a esta palavra, então, o poder de Cristo age em nós e age para que finalmente possamos conquistar aquilo que talvez tenha nos conquistado por tanto tempo.
Assim vamos nos livrar daquilo que havia nos aprisionado por tanto tempo.

Justiça Divina

“E clamaram com grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano, santo e verdadeiro, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?” (Apocalipse 6:10).

Confesso, não tive coragem de assistir nenhum vídeo que registrava a violência praticada contra cristãos coptas.
Eram em número de 21 cristãos conforme atestaram diversos meios de comunicação.
Homens cristãos sendo levados como ovelhas ao longo da costa de Wilayat Tarabulus às margens do Mar Mediterrâneo.
Os brutais e covardes terroristas mascarados colocaram-lhes de joelhos e arrancaram-lhes as cabeças de seus corpos.
Afirmaram vários meios de comunicação que os cristãos sussurravam o nome de Jesus antes de sua brutal execução.
Ao longo da história, cristãos sempre foram perseguidos violentamente pelo simples fato de serem Cristãos.
Não é de admirar que no livro do apocalipse encontremos o versículo do início.
No contexto do Apocalipse esses são os santos martirizados durante os dias da chamada grande tribulação.
As almas conscientes sob o altar de Deus clamam pela justiça divina ao que Deus responde lhes dizendo que no devido tempo sua justiça viria sobre seus assassinos.
Não devemos confundir a longanimidade divina com injustiça.
Deus fará justiça contra aqueles que martirizaram Seu povo ao longo da história e com aqueles que o fazem hoje.
Que diante dos horrores dos nossos dias não desfaleçamos, pois certamente fará justiça o Juiz de toda a terra.

Pois Jesus está comigo…

“Dá ouvidos, ó Senhor, à minha oração; atende à voz das minhas súplicas” (Salmo 86:6).

No Salmo 86:6 Davi pede a Deus que o escute.
Davi mais uma vez pede que Deus possa ouvi-lo no dia da sua dificuldade.
Ele diz: “Senhor, escuta a minha oração, atende a voz da minha súplica”.
O salmista está pedindo a Deus que o ouça.
Está pedindo a Deus que no momento de dificuldade, no momento de tribulação, dê atenção a ele, e o ajude nesse momento em que tudo está desmanchando ao seu redor.
Ele diz: “Deus, eu estou clamando a Ti, e eu preciso que o Senhor me ouça, e me livre deste momento de dificuldade”.
Eu garanto a você que, no meio das dificuldades, no meio das águas mais profundas, no meio dos problemas mais terríveis, nós sentimos que Deus não está conosco, que Deus não está ouvindo, que Deus não se importa…
Eu já passei por isso algumas vezes, mas nesses momentos, desconsidere os seus sentimentos e creia que aquilo que Jesus prometeu é verdadeiro.
Diga: “Senhor, eu quero aquilo que o Senhor prometeu, eu confio no que o Senhor prometeu e não nos meus sentimentos. Eu sei que o Senhor não vai me abandonar. Eu sei que o Senhor não vai me desamparar e que o Senhor está comigo”.
Porque foi isto que Jesus disse: “Eu estarei com você”.
Jesus está te dizendo hoje: “Eu estou com você”.
Ele é fiel!

Mude para melhor

“E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2).

Você já ouviu falar em “tropofobia”?
Literalmente significa “medo de mudança”.
Talvez aqui tenhamos o primeiro desafio diante da palavra de Deus, pois essa nos ordena que nos submetamos à mudança e a primeira delas, a mudança de pensamentos.
Como alguém já disse, “renovar a mente é um pouco como remodelar uma casa”.
É um processo de dois estágios: trata-se de tirar o velho e substituí-lo com o novo.
O velho são as mentiras que você aprendeu a dizer ou foram ensinadas por aqueles que estão à sua volta; são atitudes e ideias que se tornaram uma parte do seu pensamento, mas que não refletem a realidade das coisas.
O novo do Evangelho é a verdade.
Para renovar a sua mente é preciso se abrir para que Deus por meio de sua Palavra traga à tona e confronte as mentiras que têm erroneamente aceitado e passe a substituí-las com a verdade.
Na medida em que você fizer isso, seus pensamentos, atitudes e finalmente seu comportamento será transformado

Dependentes de Deus

“Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã louvarei com alegria a tua misericórdia; porquanto tu foste o meu alto refúgio, e proteção no dia da minha angústia” (Salmo 59:16).

Na oração do Pai Nosso Jesus diz assim: “Pai nosso que estás no céu, venha o teu reino, seja feita a tua vontade”.
O reino de Deus, do ponto de vista geral, é a sociedade onde a vontade de Deus é totalmente realizada.
Creio que no futuro haverá uma manifestação histórica do reino de Deus, acredito que Cristo virá e reinará como o Messias prometido. Hoje fazemos a vontade de Deus à medida que entendemos nossa fraqueza, nossa pobreza de espírito, nossa ignorância, e que pode nos faltar tudo na vida, mas não nos pode faltar Deus.
Este é o perfil daquele que é sujeito do reino, daquele que é cidadão do reino.
Em resumo, somos dependentes de Deus e, por isso, devemos fazer a Sua vontade.
Quem depende de Deus reconhece sua limitação e sua carência da manutenção divina em sua vida.
Em outras palavras, nós precisamos nos esvaziar primeiro para que possamos ser cheios da graça de Deus.
Em 2 Coríntios 3:5 encontramos um texto muito interessante que o apóstolo Paulo escreveu inspirado pelo Espírito Santo.
“A nossa capacidade vem de Deus”.
Lembre-se disso: não são os seus talentos, não é a sua capacidade, nossa suficiência vem de Deus.

“… Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; que foi sepultado; que foi ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1 Coríntios 15:3-4).

Ressurreição.
Essa é uma doutrina muito importante na fé Cristã, no entanto não é exclusiva ao Judaísmo e ao Cristianismo.
Encontramos alguma noção de ressurreição até mesmo entre os egípcios que tinham o costume de sepultar utensílios, alimentos e outros itens de interesse juntamente com seus mortos.
Provavelmente a passagem mais relevante sobre a ressurreição encontre-se na 1 carta de Paulo aos Coríntios no capítulo 15 em que o apóstolo descreve a concretização da imortalidade da alma e finalmente a glorificação do corpo.
A doutrina é demonstrada pelo fato de que:
A) Jesus, durante Seu ministério terreno possuía o poder de ressuscitar os mortos. (Mateus 9:25; Lucas 7:12-15; João 11:43,44).
B) Jesus previu Sua ressurreição (João 10:18 e Lucas 24:1-8).
C) Houve ressurreição de mortos que se seguiu à morte de Jesus.
D) Os apóstolos ressuscitaram certos mortos (Atos 9:36-41; 20:9,10).
Por essa razão, lembremos que a morte não é o ápice da esperança Cristã, mas a ressurreição.
Quando aqueles que amamos se vão, isso não é o final da história, mas apenas mais um capítulo no livro da redenção da humanidade.

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Cruz de Cristo

“Mas Deus O ressuscitou dentre os mortos” (Atos 13:30).

Só por curiosidade pergunte as pessoas à sua volta quantos tem alguma joia ou algum símbolo da cruz e você ficará surpreso!
Você sabia que por 300 anos a cruz nunca foi utilizada como símbolo do Cristianismo?
Isso porque era algo realmente horrível!
Os primeiros líderes da fé cristã eram muito conscientes sobre este fato.
A cruz era um objeto desprezível, se estivéssemos lá não desejaríamos que nossos filhos a olhassem.
Afinal de contas, ao longo da história milhares de pessoas foram violentamente crucificadas.
Os filmes que retratam a morte de Jesus na cruz passam por uma espécie de assepsia (ainda bem!) para que nos seja suportável assistir.
Mesmo o sangrento filme “A Paixão de Cristo” de Mel Gibson não fugiu à regra.
A cruz era como diz o antigo hino “um símbolo de vergonha e dor”.
Mas a razão por que reconhecemos a cruz como um símbolo de nossa fé nada tem a ver com os milhares que foram crucificados, mas com uma crucificação em particular: a crucificação do Mestre e Senhor Jesus.
Por quê?
Porque três dias depois Ele ressuscitou!
Ele venceu a morte!
A cruz vazia passou a ser símbolo de vitória sobre a morte!
Isso é motivo de esperança para nós, cristãos.
A morte, seja ela como for, não nos vencerá.
Cristo a venceu por nós e nos garante vida eterna com Ele.

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Luta interior

“Revesti-vos de toda armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo” (Efésios 6:11).

Tenho aconselhado pessoas que têm problemas com a ira.
Uma das coisas que faço é simplesmente apresentar o que a Bíblia nos fala a respeito da ira.
E, quando a pessoa é confrontada com a Bíblia, ela começa a fortalecer aquela área de fragilidade.
Mas é preciso ter coragem para isso.
É preciso meditar nas Escrituras.
É preciso ter a coragem de ser humilde diante de quem é mais velho para ouvir os seus ensinamentos.
Nós não podemos simplesmente vencer as tentações entrando em uma bolha, achando que devemos nos esconder de tudo e de todos.
O mosteiro foi um projeto para produção de santos; trancar pessoas em um determinado lugar, distantes de tudo e de todos.
Mas a história nos tem mostrado que isso não funciona, porque dentro dos mosteiros pecados horríveis e indescritíveis aconteceram.
Nós vivemos em um mundo de tentações e precisamos criar defesas para vencê-las.
Só podemos fazer isso capacitados pelo Espírito de Deus e munidos pelos recursos que Deus tem provido.
A Bíblia, a palavra de Deus, é um dos recursos para vencermos Satanás.
E a razão é porque aqueles que estão mais familiarizados com as Escrituras, normalmente lidam melhor com a luta contra a tentação.

Cristãos com uma vocação

“Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados” (Efésios 4:1).

Vocação pode ser definida como uma inclinação, uma tendência ou habilidade que leva o indivíduo a exercer uma determinada carreira ou profissão.
Muitos têm a expectativa de conhecerem o chamado de Deus por meio de um anúncio inequivocamente sobrenatural.
Mas, pense por um momento, nas páginas da Bíblia o número de pessoas vocacionadas desse modo é mínimo quando consideramos o número de pessoas e a extensão da história.
Aliás, é por essa razão que podemos rapidamente citar nomes como Moises, Josué, Calebe, Pedro, Paulo, etc…
Mas, esses nomes estão inseridos em estruturas sociais com milhares senão milhões de outras pessoas que também eram importantes para Deus cujas atividades também poderiam honrá-lo, mas sem o “glamour” de uma chamada “sobrenatural e inequívoca”.
Permita-me compartilhar três grandes convites divinos que se estendem a todos nós:
A) Conhecer Jesus.
B) Ter comunhão com Jesus.
C) Servir a Jesus.
Não deveríamos pensar em trabalho antes de pensarmos em conhecer Jesus, não deveríamos pensar em trabalho antes de bebermos da vida que Ele nos oferece e, finalmente, quando pensarmos em “vocação ou chamado” devemos invariavelmente lembrar que é um convite para servir.
Servir seus familiares, seus colegas no trabalho, seus irmãos na fé e servir aqueles que te cercam.
A vocação divina deve ser soletrada: s-e-r-v-i-r.