Fidelidade

“Eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel, e aquele que cobre de violência as suas vestes, diz o Senhor dos Exércitos. Portanto cuidai de vós mesmos, e não sejais desleais” (Malaquias 2:16).

Em Malaquias 2:15, 16, por duas vezes Deus fala a respeito de fidelidade.
Obviamente eles estavam gerando uma nação de adúlteros, eles estavam produzindo uma nação de gente infiel.
Quando eu penso em nossa sociedade, no tipo de informação que encontramos nas nprincipais revistas, ou nos principais programas de TV, vejo a infidelidade conjugal quase que imposta sobre todos nós.
Não é isso que se canta nas músicas espalhadas por tantos cantores, neste Brasil?
Não é isso que as pessoas dizem em coro, por ocasião de festas, muitas vezes públicas como o Carnaval?
Eles estavam produzindo uma nação de adúlteros, eles estavam produzindo uma nação pecaminosa, e estes pecados os estavam corroendo.
Também podemos ver aqueles que juravam falsamente, que quebravam as suas promessas, aqueles cujas palavras não significavam nada, pessoas que não eram consistentes na sua maneira de agir.
Deus sempre condenou no Antigo Testamento que o Seu Nome fosse utilizado como garantia da palavra de alguém, principalmente quando este alguém não cumpria aquilo que dizia.
Nós, como cristãos precisamos honrar aquilo que dizemos através de cada ação de nossas vidas.

A boa mão de Deus

“Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém de Judá” (Esdras 1:2).

Deus aponta para a história para demonstrar o Seu amor por aquele povo.
O povo de Israel havia vivido no cativeiro por 70 anos, exilado, distante da sua terra, mas Deus, o Senhor de toda a história, guiou todos os processos, todas as coisas, para os levar de volta à terra natal.
Ele os restaurou soberanamente.
Vemos o mover de Deus, através da história, em Esdras, capítulo 1, versículos 1 e 2.
Nesses textos encontramos expressões que demonstram o tratamento de Deus na história para cumprir o Seu propósito para com a nação de Israel.
Nação esta, que nunca foi abandonada por Deus, sempre esteve sob os Seus olhos, sob o Seu cuidado, sob a Sua proteção, porque Deus, assim como um maestro que rege uma grande orquestra, tem controlado, regido, a história.
Deus despertou o espírito de Ciro.
Mas quem era Ciro?
Ciro era um rei persa, não sabia muito sobre O Deus de Israel.
Mas Deus controlou a história soberanamente e guiou aquele rei a fim de que Seu povo amado fosse restaurado à sua terra de origem.
Quando olhamos para a história do povo de Israel, podemos ver o amor de Deus sobre eles.
Isto é o que todos precisamos: da boa mão de Deus a nos guiar.

O real segredo do sucesso – 2

“Então caiu Abrão sobre o seu rosto, e falou Deus com ele, dizendo: Quanto a mim, eis a minha aliança contigo: serás o pai de muitas nações” (Gênesis 17:3,4).

Continuamos falando sobre Abraão e os princípios que podem nos inspirar:
4. Direção.
Abrão não sabia muita coisa em sua jornada, mas sabia que ia para uma terra prometida e, o mais importante ele sabia com quem ia. Algumas vezes mais importante do que saber exatamente o caminho é ter muito cuidado em escolher com quem vamos.
O maior companheiro de Abrão foi o próprio Deus.
5. Canalização.
Abrão entendeu que seria um canal para abençoar aos outros.
Um canal para servir aos outros.
As pessoas bem sucedidas são aquelas que verdadeiramente servem aos outros e não a si mesmas.
6. Potencialização.
Um herdeiro.
Comece com uma coisa bem feita e se você fizer isso você terá o DNA da potencialização.
Antes da multiplicação, antes da diversificação você precisa concentrar sua energia na potencialização.
Faça bem feito, faça o certo e fará uma só vez e isso se multiplicará.
7. Oração.
Conversar com Deus sobre tudo e sobre todos e tranquila e confiantemente seguir no caminho da vida.
Aplique esses sete princípios em sua vida e experimente o sucesso na companhia de Deus.

Ele é Bom

“E saiu uma voz do trono que dizia: Louvai o nosso Deus, vós, todos os Seus servos, e vós que O temeis, assim pequenos como grandes” (Apocalipse 1:5).

A salvação pertence ao nosso Deus.
Em Apocalipse 19:1 diz a Palavra do Senhor “… a salvação, a glória e o poder são do nosso Deus”.
Algumas vezes nós pensamos que temos capacidade para algum um tipo de resgate espiritual, mas não temos.
É como se estivéssemos perdidos no oceano e prontos para nos afogar.
Duas verdades práticas: não podemos salvar uns aos outros e não podemos nos salvar; precisamos de alguém que seja
nosso salvador.
A Bíblia nos apresenta Deus como este Salvador.
A salvação que pertence a Deus, o livramento que pertence a Deus nos é comunicado através de Sua graça e bondade infinita.
No v. 1 o texto ainda nos fala que a glória pertence a Deus.
A glória neste contexto parece apontar para a excelência moral de Deus.
Quando olhamos para a história, a glória de Deus se revela.
Quando olhamos para o presente, a glória de Deus se revela.
Quem nunca passou por momentos difíceis e por ocasião daquelas dificuldades questionou: será que Deus se importa?
Será que Deus está sendo justo? A resposta é: Deus se importa, Deus é Bom, Deus é Justo.
Nós podemos confiar em Deus sejam quais forem as circunstâncias que estamos enfrentando!

Além do que se pode ver…

“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem. Porque por ela os antigos alcançaram testemunho. Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente” (Hebreus 11:1-3).

Invisível não significa irreal, pois muitas coisas são invisíveis, mas são reais.
O ar em movimento, vento…
Não podemos vê-lo, mas vemos seus resultados.
As ondas do rádio não podem ser vistas, mas são reais; as informações num pen drive, não tem peso, não tem gosto, não tem cheiro, não tem cor, de fato não podem ser vistas, mas são informações reais.
Mas, convenhamos, temos dificuldades em aceitar aquilo que é invisível…
E extrapola nossos sentidos.
Mas, a mensagem bíblica tem outra opinião sobre isso, vejamos: 2 Coríntios 4:18 “não atentando nós nas coisas que se veem, mas sim nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, enquanto as que se não veem são eternas”.
O que se vê é passageiro o que não se vê é eterno.
As pessoas que acreditam em Deus enxergam além do físico, além do presente, além do visível.
Quem crê em Jesus não vive pelas circunstâncias, mas por aquilo que crê.

Oração que crê

“Não andeis ansiosos de coisa alguma, em tudo, porém sejam conhecidas diante de Deus as vossas petições pela oração e pela súplica com ações de graças” (Filipenses 4:6).

Enfrentar preocupações é a realidade de todos nós.
A grande questão é que nós não podemos nos deixar vencer pelas dificuldades que enfrentamos porque se assim fizermos nós estaremos demonstrando que não temos fé.
Aquele que tem fé deve seguir um procedimento apropriado diante dos desafios da vida.
Em Filipenses 4 do versículo 6 em diante, o apóstolo Paulo está orientando a igreja de Filipos.
Eles sempre viviam no limite da preocupação, no limite da ansiedade, aliás, todos nós somos extremamente vulneráveis a estes desafios.
O desafio de viver e morrer.
O desafio de ser alguém biologicamente mortal.
Apenas isso já é uma causa de ansiedade e de preocupação.
Na igreja primitiva eles também viviam muitas situações de preocupação.
Além do que, eles viviam pensando como alguém poderia tomar-lhes a própria vida.
Era o caso do apóstolo Paulo.
Um prisioneiro, escrevendo que eles não deveriam viver ansiosos nem preocupados a respeito de qualquer coisa.
Certo escritor disse o seguinte: “A paz que alguém pode ter é o fruto de uma oração que crê”.
Você pode fazer uma oração sem crer, mas nesta passagem nós encontramos o que podemos chamar de filosofia da oração que crê.

Jesus está vivo

“Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas” (Atos 2:32).

Por que nós cremos na ressurreição física de Jesus?
Porque Mateus, um coletor de impostos que tornou-se seguidor de Jesus afirmou isso, ele foi uma testemunha ocular da ressurreição e escreveu um livro.
Marcos, seguidor que conviveu com Pedro e que possivelmente também teve contato pessoalmente com Jesus, escreveu sobre isso.
Lucas, um grego, médico e historiador, foi até Jerusalém investigar o caso e escreveu sobre a ressurreição e tornou-se um seguidor dedicado de Jesus.
João, jovem pescador que deixou tudo para seguir a Jesus foi o primeiro discípulo a chegar ao túmulo e afirmou que Jesus ressuscitou e
escreveu um livro sobre isso.
Pedro escreveu sobre isso. Tiago, irmão de Jesus, converteu-se em seguidor de Jesus apenas após a ressurreição.
Paulo, um judeu fundamentalista que não conviveu diretamente com Jesus, mas que foi surpreendido por Jesus no caminho de Damasco e passou a ser seguidor de Jesus…
Ele escreveu quase metade do Novo Testamentos.
A maioria desses homens morreu não pelo que acreditavam, mas pelo que testemunharam, pelo que viram!
A fé no Jesus vivo não se trata de especulação religiosa, mas no testemunho inquebrantável de homens e mulheres.
Que essa herança de tão grande nuvem de testemunhas nos leve a viver com esperança porque nosso Redentor vive.

Por um pouco de paz

“Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens” (Romanos 12:18).

Há um crescimento endêmico de violência que tem culminado na deterioração de nossa sociedade.
Trancados, atrás de barras de ferro, limitados por cercas elétricas, por senhas de monitoramento eletrônico, nos sentimos reféns.
Tornamo-nos espectadores desta condição insalubre que vitimiza a todos: crianças, idosos, ricos, pobres.
Como se não bastasse este estado de sítio, a violência doméstica em suas múltiplas versões como violência física, sexual, psicológica ou incúria também faz parte de uma triste realidade.
A violência psicológica, em alguns casos pode até ser mais prejudicial que a física.
Rejeição, depreciação, discriminação, humilhação e desrespeito são elementos presentes neste tipo de agressão.
Trata-se de uma violência que não deixa marcas visíveis, mas emocionalmente abre feridas profundas.
Sabemos que tiros, pedras, quebram os ossos, ferem corpos, mas nossos gritos quebram e ferem o coração.
Talvez não possamos fazer muito pela paz no mundo, ou mesmo no Brasil, mas podemos começar com a paz a partir de nós.
Afinal de contas, esta é única parte do mundo sobre qual podemos efetivamente decidir como será.
Que a paz perene de Jesus reine em nós e, por meio de nossas atitudes, palavras e ações alcancemos os que estão à nossa volta.

A promessa da presença espiritual

“Filhinhos, ainda por um pouco estou convosco. Vós me buscareis, e o que eu disse aos judeus, eu o digo a vós também agora: Para onde eu vou vós não podeis ir” (João 13:33).

Nessa passagem Jesus estava anunciando aos discípulos que iria embora e que eles não poderiam acompanhá-lo.
Uma referência à Sua morte, ressurreição, ascensão e glorificação na presença de Seu Pai.
Como será que os discípulos se sentiram?
‘Agora que Jerusalém está em polvorosa o Senhor vai embora’?
Em situações como essa o coração se torna turvo, escurece, torna-se opaco.
Põe-se em desordem, agita-se, transtorna-se, perturba-se, inquieta-se, desassossega-se.
Porém as palavras de Jesus no versículo 16, capítulo 14 do Evangelho de João, explicam a promessa da presença espiritual: “Eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que esteja convosco para sempre”.
O que Jesus quis dizer: Rogarei: como um sacerdote que nos representa;
Outro: outro igual a Mim; Consolador = ajudador, encorajador, fortalecedor, defensor.
No mundo grego, ‘consolador’ era um termo usado para descrever uma testemunha de defesa, um advogado, um especialista, um conselheiro, um encorajador quando um soldado se sentia abatido.
Aquele que estava sempre presente não importando qual a natureza do problema!
Ele, o Consolador, está conosco em qualquer situação.
Jesus estava dizendo aos seus discípulos: “Sim, há, um profundo e escuro vale no caminho, mas vocês chegarão ao topo da montanha mais reluzente, pois o Consolador estará com vocês!”.

Tempo com as Escrituras

“Chegar-me-ei a vós outros para juízo; serei testemunha veloz contra os feiticeiros, e contra os adúlteros, e contra os que juram falsamente, e contra os que defraudam o salário do jornaleiro, e oprimem a viúva e o órfão, e torcem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o Senhor dos Exércitos” (Malaquias 3:5).

Quando o futuro é revelado por um profeta de Deus, isto está sempre atrelado com o crescimento do caráter do homem.
Qualquer pessoa que especule sobre o futuro, ou tente adivinhar algo, está contrária à Vontade de Deus.
Porque Deus não aprova adivinhação.
Se você quer saber a Vontade de Deus para a sua vida, você precisa dedicar tempo às Escrituras, você precisa meditar na palavra de Deus.
Deixar que a Palavra do Pai revele a Vontade d’Ele, e, à medida que Deus amadurece o seu caráter, você vai conhecer melhor a vontade de Deus.
Qualquer coisa que não nos leve a uma melhora do nosso caráter, é pura adivinhação.
Eu fico muito preocupado quando alguns cristãos pensam em descobrir a vontade de Deus através de métodos que levam apenas à adivinhação e não levam a crescimento de caráter, a crescimento espiritual.
No versículo acima vemos que era isso que estava acontecendo no meio do povo de Israel.
Eles estavam praticando feitiçaria, adivinhação, mas o caráter deles estava totalmente embolorado como um pão velho.