Cultive essa virtude!

Diante de um novo ano nos deparamos com o Dejavu de votos passados de perder peso, melhorar na carreira, ler mais a bíblia e até orar mais. Mas, porque algumas pessoas sucedem nessas e em outras áreas enquanto outros sempre se encontram no mesmo círculo vicioso de patinar no mesmo lugar? Bem, os estudiosos do comportamento humano concluíram que não se deve ao QI, Inteligência social, saúde física ou aparência. Deve-se a uma palavra curta de cinco letras: garra!

As histórias bíblica que entesouramos são sem dúvida, histórias de perseverança, me permita três exemplos:
1. Jó

A familiar história do homem justo, íntegro, temente a Deus que se desviava do mal e perdeu praticamente tudo. Sua história mostra a garra de um homem em confiar em Deus mesmo quando a vida já não faz sentido.

“Irmãos, tenham os profetas que falaram em nome do Senhor como exemplo de paciência diante do sofrimento.

Como vocês sabem, nós consideramos felizes aqueles que mostraram perseverança. Vocês ouviram falar sobre a paciência (paciência perseverante) de Jó e viram o fim que o Senhor lhe proporcionou. O Senhor é cheio de compaixão e misericórdia.

(Tiago 5:10,11)

2. Jeremias

Um profeta, um homem que estava fazendo exatamente o que Deus esperava dele, e exatamente por essa razão:

  • Foi ameaçado de Morte (Jeremias 37:16-21)

  • Lançado em um poço de lama onde ficou atolado – (Jeremias 38:1-6)

  • Surrado e acorrentado  – (Jeremias 20:1)

Apesar de toda a oposição e aflição Jeremias não desistiu!

3. Uma Viúva

Em uma conhecida parábola sobre perseverar em oração e não desistir, Jesus conta a história de uma viúva que busca justiça. Veja, uma viúva naqueles dias era uma das pessoas em grande fragilidade econômica e social. Apesar de sua fragilidade e da oposição de um juiz injusto, ela teve garra!

Poderíamos seguir exemplo, após exemplo, se existe uma virtude a ser regada e cultivada no despontar do novo ano é garra, perseverança! Garra diante de circunstâncias que fazem com que a vida pareça não ter sentido, Garra mesmo quando sofremos toda sorte de oposição maldosa, Garra mesmo diante da indiferença e da injustiça. Que o Senhor por sua graça nos conceda essa paixão teimosa de prosseguir e buscar aquelas coisas que honram ao Senhor, mesmo quando tudo diz não. Meus pensamentos, orações e votos de um 2019 de muita garra!

Medíocre! Como você se sentiria se fosse chamado assim? Imagino que se sentiria ofendido, pelo menos eu me sentiria. É curioso que originalmente mediocridade não tinha conotação ofensiva, era apenas uma designação latina para algo comum, mediano, ordinário, algo que não é bom o suficiente. Porque hoje nos ofende? Penso que uma das razões deve ser o fato de que não há lugar para mediocridade no Evangelho de Jesus. Afinal de contas, nada encontramos de medíocre em Jesus ou no seu nascimento.

Em Lucas 1:35 Lemos da pena inspirada do Evangelista:

“E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.”

Note que a palavra “santo” aparece duas vezes neste versículo, primeiro para descrever o atributo do Espírito, O Espírito é Santo e gera uma criança que é em natureza exatamente como Ele, Santo!

Na filosofia da teologia, “santo” descreve a transcendência de Deus, isto é Deus é tão outro, tão maior e separado de sua criação e particularmente separado dos pecadores.

Santo é um título atribuído ao próprio Deus, veja:Quem entre os deuses é semelhante a ti, Senhor? Quem é semelhante a ti? Majestoso em santidade, terrível em feitos gloriosos, autor de maravilhas?
Êxodo 15:11
A santidade de Deus no Antigo Testamento era temida pelo povo de Israel, por essa razão, existiam leis que funcionavam como norma de segurança para entrar na presença de Deus. Os sacerdotes usavam roupas especiais para que pudessem se aproximar de Deus. Mas, como sabemos da história, algumas vezes essas “regras” eram violada e tragédias aconteciam. Dois exemplos:

50.070 homens morreram porque olharam dentro da arca de Deus! (1 Samuel 6)

Uzá foi fulminado por segurar a arca de Deus sem seguir, por assim dizer as normas de segurança. (2 Samuel 6)
Assim, a santidade de Deus era temida! Olhar para a arca, que nada mais era que uma caixa em elaborada e decorada com anjos querubins e dentro continha as tábuas da lei, o cajado de Arão, e amostras do maná. No entanto, essa caixa representava a própria presença de Deus!

Até mesmo profetas temiam a santidade de Deus, você se lembra de Isaías no templo? (Isaías 6)

Ele temeu por sua vida ao ver o Senhor sobre um trono cercado por anjos que clamavam: “Santo, santo, santo (…)”

Pois bem, o natal é mensagem inversa, ao invés dos homens vestirem com roupas especiais para poderem acessar a “caixa” que representava a presença de Deus, é Ele que vai se despir de sua glória e se vestir de humanidade. Deus se veste de tendões, nervos, músculos, carne e se faz homem, ou melhor se faz um bêbe e é colocado em uma “caixa” (manjedoura).

Mas, agora o Deus Santo não se mostra ameaçador, mas acessível, tão acessível como uma criança.

Por que? Porque Ele ama você, deseja se relacionar com você e Ele transformará você. O Natal é a mensagem de que a graça de Deus se manifestou entre nós na santidade de Seu filho Jesus.

Como diz o antigo hino:

“Povos ajoelhai, ouvi a voz dos anjos

Ó noite Divina, em Belém, Jesus nasceu

Ó noite, ó noite Santa em que, Jesus nasceu”

Santo é o oposto de medíocre, nada há de medíocre em Jesus, em seu nascimento e nada de medíocre deveríamos encontrar em seus seguidores. Feliz Natal, sem lugar para mediocridade!

Leandro Tarrataca

Natal é Cristo

Muitas pessoas ficam surpresas ao saber que Cristo não é o sobrenome de Jesus. Tecnicamente isso é o que chamamos de equívoco onomástico, isto é equívoco quanto ao nome.
Mas, temos ainda o chamado equívoco coloquial, por exemplo:
“Me pegaram para Cristo!”
Com esse coloquialismo querem dizer algo como, “estão me importunando sem causa”, estão me causando sofrimento injusto, humilhando, perseguindo, etc…
Mas, biblicamente esse não é o sentido da palavra Cristo!

Na verdade Cristo é, por assim dizer, um título e significa “ungido”, “escolhido”. Cristo é a transliteração Portuguesa do Grego Christós, que por sua vez é a tradução do Hebraico mashiah, que por sua vez é traduzido em Português como messias. Ufa!
Mas, para entendermos com mais profundidade o sentido do vocábulo, precisamos considerar as esperanças messiânicas e os ritos vetero-testamentários.

YAHWEH, ordenou Moisés que ungisse seu irmão Arão como sumo-sacerdote, isto é o principal mediador entre os homens pecadores e o Deus santo. A unção era feita com o derramamento de um óleo especial e perfumado que representava a presença de Deus sobre a pessoa escolhida.

Mais tarde na história de Israel, Samuel foi guiado por Deus para ungir os dois primeiros reis de Israel, Saul e Davi. Os reis representavam a teocrácia, o governo de Deus sobre seu povo.

E então, o profeta Elias recebe a incumbência de ungir o profeta Eliseu. O profeta representava Deus diante do povo, era o porta voz divino.

Ao longo da história o povo de Israel aguardava o glorioso dia quando YAHWEH enviaria o seu ungido, o Messias, o Cristo, alguém que diferente de todos os outros seria em sua própria natureza “Rei, Sacerdote e Profeta”.
Depois de centenas e centenas de anos, muitas profecias, imensas expectativas, posto que esse messias seria a fonte de todas as alegrias e de fato, das alegrias mais profundas, os céus se abriram!
Uma multidão de anjos, a glória de Deus brilhou como se milhares de sóis ao redor de um grupo humilde de pastores e um anjo do Senhor declarou:

O anjo, porém, lhes disse: Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: “11é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
Sim, naquele estábulo, dentro de um comedouro de animais, estava o menino cuja a natureza é Salvador, Cristo e Senhor.
Ele, somente Ele, pode trazer aos homens a verdadeira e indestrutível alegria, pois Ele é a vida que dá sentido a vida. Cristo é Natal!

Satisfazer a Deus

“Porás certamente sobre ti como rei aquele que escolher o Senhor teu Deus; dentre teus irmãos porás rei sobre ti; não poderás pôr homem estranho sobre ti, que não seja de teus irmãos. Porém ele não multiplicará para si cavalos, nem fará voltar o povo ao Egito para multiplicar cavalos; pois o Senhor vos tem dito: Nunca mais voltareis
por este caminho” (Deuteronômio 17:15, 16).

Considero muito interessante que em Deuteronômio capítulo 17, a passagem quando Deus “fala” dos requerimentos de um rei, Ele diz que o rei não deveria multiplicar para si, cavalos e carruagens.
Em outras palavras, Deus estava querendo dizer ao rei, “eu não quero que você construa, prepare ou edifique um grande exército, porque eu não quero que você mantenha o mesmo tipo de poder das nações ao seu redor, porque eu quero que você seja um líder diferente deles, eu uero que você confie em mim, quero que você veja em mim o único
recurso, a única fonte da sua vitória”.
A ideia é muito simples, esta nação de Israel, não podia ter plano “B”.
Meu pai sempre me dizia que, quando nós planejamos alguma coisa, nós devemos ter um plano “B”; se a primeira alternativa não der certo, você corre imediatamente para
a segunda.
O que Deus estava dizendo para a nação de Israel era: vocês não terão plano “B”, vocês têm apenas um plano: satisfazer o seu Deus, e se o seu Deus estiver satisfeito, vocês terão vitória, mas, se vocês não satisfizerem o seu Deus, então vocês não têm saída.
Não, o Senhor não nos proíbe de planejar e ter variações em nossos planos, mas, tal como o povo de Israel, devemos viver em fé e fidelidade.
Se Deus não abençoar nossos planos, estaremos planejando para fracassar!

Oração por livramento

“Uns encurvam-se e caem, mas nós nos levantamos e estamos de pé” (Salmo 20:8).

Essa é uma oração cantada buscando o livramento de Deus, uma oração que expressa profunda confiança no Senhor.
O versículo 8 do Salmo 20, é o que nós podemos chamar de sentença profética.
A razão pela qual dizemos isso é porque a sentença profética é construída de uma forma muito interessante.
Os verbos são construídos para falar de um evento futuro, embora, o tempo verbal descreva uma situação do passado.
A ideia é mais ou menos assim: a vitória é tão certa que nós já vamos tratar disso como tendo acontecido no passado, veja: “eles se encurvam e caem; nós, porém, nos levantamos e nos mantemos em pé”.
Essa é uma visão daquilo que Deus está por fazer, a nossa vitória é tão certa, que nós podemos falar desta batalha como algo que já aconteceu no passado.
A batalha ainda não veio, a batalha ainda não aconteceu, mas porque Deus já está presente em minha vida, porque eu confio
Nele, porque a minha confiança não está nos carros nem nos cavaleiros, mas Nele, eu olho para esta batalha, e eu tenho uma certeza, e esta certeza ninguém pode roubar de mim, essa certeza ninguém pode roubar do meu coração.
Deus me livrará no dia da batalha.
Oremos!

Olhando para a vida do ponto de vista de Deus

“Mas temo que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo” (2 Coríntios 11:3).

O grande vilão das nossas vidas é que somos influenciados pelo ponto de vista do mundo e, muitas vezes deixamos de viver segundo o ponto de vista de Deus.
Nós vivemos em um mundo complexo e astuto que dita as regras para o homem viver nele, fazendo com que o homem passe a vida correndo atrás de um ideal que não é o verdadeiro.
Há poucos dias, dei uma olhada no setor de empregos e me surpreendi com o padrão exigido: ter experiência em vendas, ser dinâmico, ter ensino médio completo e boa aparência.
Isso para ganhar um salário de R$ 800,00 em telemarketing.
Eva tinha tudo que um ser humano queria.
Ela vivia no paraíso.
Adão e Eva tinham autoridade sobre todos os outros seres da terra.
Vida perfeita e abundante.
Até que Satanás, através de uma serpente, apresentou outro ponto de vista para esse casal.
E a essência desse ponto de vista era que eles não tinham o suficiente.
Eles tinham tudo, mas era preciso ser como Deus.
Naquele momento, o homem deixou de olhar a vida do ponto de vista de Deus, e passou a viver do ponto de vista do mundo.
E, foi a partir daí que deixamos de viver a vida abundante.

ccccc

“Antes não éreis povo, mas agora sois povo de Deus; antes não tínheis alcançado misericórdia, mas agora alcançastes misericórdia” (1 Pedro 2:10).

Nós, como cristãos, precisamos entender o que aconteceu conosco, qual foi o processo desencadeado por Deus em nossas vidas.
O apóstolo Pedro, escrevendo em sua carta a respeito da igreja, diz que a igreja de Jesus é raça eleita, é um povo especial que foi chamado por Deus para anunciar as Suas virtudes, as virtudes Daquele que nos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz.
Precisamos entender que somos pessoas que foram transferidas das trevas para a maravilhosa luz do Evangelho.
Em 1 Pedro temos uma passagem muito clara: você não era povo, agora você é povo; você não tinha misericórdia, agora você tem misericórdia; você não era, mas agora você é; você não tinha a bênção de Deus, mas agora você tem.
Não importa onde você está agora.
Onde quer que você esteja, em uma casa de detenção, em sua casa, o ponto é: se você conhece Jesus como seu único e suficiente Salvador, você foi transportado do reino das trevas, para o Reino maravilhoso de luz do nosso Senhor.
Você agora é uma propriedade exclusiva de Deus.
Isto quer dizer que Deus é quem cuida de você.
Mas Deus tem um propósito: de que nós nos tornemos proclamadores das Suas virtudes.

 

Nascidos de Deus

“Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (João 15:4,5).

Esse episódio me fez sorrir: Um homem procurou a secretaria da escola: “Por favor,” disse ele para a secretária “eu gostaria de aprender a ler e a escrever”.
“Claro”, respondeu a secretária com voz de tédio, “apenas preencha esse formulário”.
Ela não entendeu a real necessidade do homem.
Penso que algumas vezes somos como essa secretária.
Não entendemos a real necessidade da humanidade.
Veja uma das definições teológicas de nossa condição: chama-se “total depravação”.
Isso significa que todas as partes do nosso ser estão afetadas pelo pecado.
Por isso, inclinamos para fazer o que é mal e o que é errado.
Claro, isso não significa que pratiquemos todo o mal que poderíamos.
No entanto, a verdade é que precisamos não de uma vida diferente, mas de uma vida nova!
Essa vida está disponível em Jesus, pois quando Nele cremos experimentamos o que a Bíblia chama de novo nascimento e recebemos Seu Espírito para sermos capacitados a viver produzindo seus frutos.
Sem Jesus nada podemos…
Com Jesus tudo podemos!

Depender somente de Deus

“Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em nome do Senhor, nosso Deus” (Salmo 20:7).

O salmista expressa sua esperança de vitória na confiança que tem em Deus, pois ele sabe que se o Pai celestial não estiver ao seu lado, não há esperança.
As nações ao redor dependiam exclusivamente dos seus exércitos, dos seus cavalos e cavaleiros, mas o salmista e sua nação dependiam exclusivamente de Deus.
De quem você depende?
Você depende dos seus recursos?
Você depende de seus aliados?
Você depende de Deus?
Quando confiamos em qualquer outra fonte que não seja Deus, vivemos ansiosos, pois sabemos que essas fontes podem falhar.
Deus, porém, jamais falha!
Eu quero desafiar a você no dia de hoje, a colocar a sua fé, a sua confiança, naquilo que Deus pode fazer na sua vida.

Vivendo e defendendo a fé

“Antes santificai em vossos corações a Cristo como Senhor; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (1 Pedro 3:15).

“A razão da esperança que há em nós”.
Devemos estar preparados para defender nossa fé.
Por que cremos no que cremos?
Cada um, individualmente, deve conhecer as razões por que crê no evangelho.
Precisamos conhecer a palavra de Deus.
Paulo diz em Filipenses 1:7 – “pois todos vós sois participantes comigo da graça, tanto nas minhas prisões como na defesa e confirmação do evangelho”.
Paulo nos chama a uma defesa.
Nossa fé não é um salto no escuro, ela é baseada em fatos e é minha responsabilidade mostrar que a Bíblia é verdadeira.
Defender que a Bíblia é a palavra de Deus e que foi plenamente inspirada por Deus de forma verbal, que ela no seu texto original não contém erros, não vai só nos levar a defender, mas também a viver com convicção a palavra de Deus.
Se a Bíblia não é autoridade máxima para que eu a defenda, então ela também não será autoridade máxima para que eu viva o que está contido nesse livro.
Assim, ao termos plena convicção de que a Bíblia é a verdade, ao sabermos porque cremos no Evangelho, seremos provas vivas do poder dessa mensagem de salvação.