Supremo Senhor

“Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação” (Colossenses 1:15).

Na carta de Paulo aos colossenses encontramos as quatro verdades fundamentais a respeito de Cristo:
1) Ele é o Senhor vivo, Jesus Cristo é o Senhor, é o Cabeça, é o Chefe da igreja, é o Senhor da igreja;
2) Jesus é a fonte e a origem da igreja, Ele é o princípio da igreja;
3) Jesus é o orientador da igreja, Aquele que guia a igreja;
4) Jesus é o Senhor de tudo e de todas as coisas, porque Ele é o primogênito dentre os mortos, Ele é Aquele que venceu a morte.
Ele é Aquele que ressuscitou.
Nós somos um projeto de Jesus e Ele continua trabalhando em nossas vidas.
Tem a primazia sobre todas as coisas.
Por quê?
O fato de Jesus ter ressuscitado garante a Ele o título de Supremo Senhor.
Através da ressurreição, derrotou toda a oposição e toda a força contrária à Sua.
Não há nada nem ninguém que possa se sobrepor a Jesus Cristo.
Nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os demônios, nem céu nem inferno, nada pode estar sobre Jesus.
Pensando nesta grandeza de Jesus, nós podemos desfrutar da verdade do Evangelho, a verdade de que Deus assumiu a forma humana e mudou a história dos homens.
Deus pode mudar a sua vida hoje, se você entender quem é Jesus Cristo e se render a Ele.

Não tolere o pecado

“Tenho, porém, contra ti o tolerares que essa mulher, Jezabel, que a si mesma se declara profetisa, não somente ensine, mas ainda seduza os meus servos a praticarem a prostituição e a comerem coisas sacrificadas aos ídolos” (Apocalipse 2:20).

O veredicto acima revela que a congregação tinha tolerado uma mulher falsa.
Profetisa que, de acordo com o pronunciamento de Jesus, era falsa, mas tinha permissão para ensinar e seduzir os seguidores de Jesus à imoralidade sexual e à contaminação através de comidas sacrificadas a ídolos.
Essa mulher se autodenominava profetisa e parece que, de alguma maneira, ela conseguiu destaque dentro da igreja.
Talvez fosse uma figura extremamente carismática.
Apenas uma pequena parcela da congregação percebeu e reprovou a prática dessa mulher.
A maioria das pessoas tolerava seu ensinamento.
Além de expor verdadeiramente seu caráter, ela recebeu a alcunha de Jezabel.
Jezabel era o nome da mulher cananeia que se casou com o rei Acabe.
Ela não apenas levou Acabe à idolatria, mas conseguiu através da influência dele, criar e promover seus ensinamentos idólatras em toda nação de Israel (1 Reis 16:31-33; e 2 Reis: 9:22).
Por tolerar o intolerável, a igreja de Tiatira estava sofrendo prejuízos terríveis.
O cristão deve perceber o pecado e não tolerá-lo jamais

Identificar fraquezas

“Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir” (1 Coríntios 10:13a).

A coragem cristã deve se manifestar em todas as áreas da nossa vida, em todas as circunstâncias.
Mas existe uma situação em especial que precisamos exercer coragem: quando estamos diante da tentação, seja qual for ela: dinheiro, sexo, luxúria, ganância, orgulho.
Obviamente tentação em si mesma não é o problema e não é pecado.
O problema está em resistir à tentação.
Como conseguir resisti-la?
Bom, a primeira coisa é que você deve ter coragem de identificar as suas tentações, sim, eu digo coragem porque nós temos a “mania” de sepultarmos no lugar mais escondido, mais obscuro as nossas fraquezas, fingirmos não saber que elas existem.
Nós temos dificuldade de identificar onde está a nossa fraqueza, o nosso problema.
Precisamos ter a coragem de admitir onde estamos fracos, em que área estamos falhando e talvez precisemos fazer isto hoje.
Talvez você precise reconhecer que determinada área da sua vida precisa de ajuda, eu não sei qual é o seu problema, mas você pode identificar hoje, pode correr em direção a Jesus e encontrar força para continuar a viver.
Enquanto você não identificar a sua fraqueza, dificilmente você será capaz de lidar com ela.

Eternidade

“Mas agora aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial. Por isso, Deus não se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade” (Hebreus 11:16).

Nada neste mundo pode se comparar com a glória do porvir.
Por isso, a nossa afeição, o nosso afeto, estão lançados lá, nos tesouros do futuro.
Apesar das oportunidades de nos reescravizarmos aos valores desta terra, nós não queremos fazê-lo.
A razão não é simplesmente porque somos ascetas, porque não queremos desfrutar de coisas prazerosas.
Não é isso.
Há pessoas que pensam que nos tornamos cristãos e então passamos a ser um grupo de pessoas que condena o prazer, a alegria, a felicidade.
Mas não é isso!
Ser cristão é, na verdade, abrir mão de prazeres transitórios por prazeres incomparavelmente superiores.
E esta terra não tem nada para nos apresentar diante disso.
Eu me lembro de um hineto antigo que diz assim: “O brilho deste mundo se apaga diante de Ti. A glória desta terra nada é. Tudo cai em Sua Presença, ó Rei. Formosa é Tua Presença, Senhor”.
Nada se compara com aquilo que aguardamos no futuro.
Quando nosso coração está posto na eternidade de Deus, então Deus não se envergonha de ser chamado nosso Deus.
Quando nós dizemos que acreditamos naquilo que Deus nos disse que faria, Deus não se envergonha de nós.

Noé: justo e bom

“Noé, porém, achou graça aos olhos do Senhor. Estas são as gerações de Noé. Noé era homem justo e perfeito em suas gerações; Noé andava com Deus” (Gênesis 6:8, 9).

Noé foi o primeiro homem da Bíblia a ser chamado de justo, mas a sua justiça não era um esforço humano para tentar sensibilizar Deus com suas obras.
Sua justiça era resultado de levar a Palavra de Deus a sério, de crer em Deus, de temer a Deus.
Isso quer dizer que quando todos abandonaram a Deus, quando todos perguntaram: “quem crê em Deus?”, Noé se levantou e disse: “eu creio em Deus”.
Ele era este bendito solitário que se agarrou a Deus quando todos os outros O abandonaram, apenas um homem e a salvação de Deus estava à disposição, uma bela descrição da graça de Deus e da salvação que Ele provê.
A primeira coisa que Noé fez ao sair da arca, após 371 dias, foi obedecer a Deus, foi adorar a Deus (Gênesis 9:18-25).
Mas se você tivesse permanecido na arca por todo este tempo, qual seria a primeira coisa que você faria?
Você adoraria a Deus?
Você sairia da arca para edificar um altar a Deus?
As pessoas que entendem que receberam a graça de Deus agem assim, e hoje eu acredito que Deus está falando com você; você vive em uma sociedade de trevas, mas você não precisa se render a ela, você pode ser diferente, você pode se render à mensagem de Deus e deixar que esta mensagem faça toda diferença

Gratidão x Ingratidão – 2

“Ao entrar numa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez leprosos” (Lucas 17:12).

No caminho algo extraordinário aconteceu: “Aconteceu que, indo eles, foram purificados” (Lucas 17:14b).
Não sabemos exatamente como isso aconteceu.
Talvez, enquanto caminhavam, olharam uns para os outros, e viram que seus rostos já não tinham mais feridas, suas mãos estavam recuperadas, e, a alegria tomou conta de seus corações.
Um costume judaico que precedia os dias de Jesus determinava que, quando alguém recebia um milagre, deveria voltar ao local do milagre e glorificar a Deus.
A exclamação era algo como: “Bendito seja aquele que realizou um milagre neste lugar!”.
Só então seguiria seu caminho.
Por essa razão, a única ação que se poderia esperar dos dez leprosos era que retornassem para glorificar a Deus.
Mas, o texto diz que apenas um retornou…
Só um dos dez, vendo que fora curado, voltou, dando glórias a Deus, e prostrou-se com o rosto em terra aos pés de Jesus, agradecendo-lhe.
E, ele era samaritano.
Para sermos gratos devemos nos vigiar.
Muitas vezes, nós estamos unidos a Deus pela tragédia, esperando uma bênção, mas quando a recebemos, nos afastamos de Deus pela ingratidão.
O samaritano voltou e recebeu a salvação para a sua vida.
Voltar para agradecer a Deus nunca é perda de tempo. É sempre melhor voltar…

Gratidão x Ingratidão –

“Ao entrar numa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez leprosos” (Lucas 17:12).

Encontramos em Lucas 17:12-19, uma história real sobre gratidão e ingratidão.
Esta passagem é muito conhecida.
Eram dez homens unidos pela tragédia, eram leprosos.
A lepra daqueles dias não era o mesmo que ‘hanseníase’.
Os leprosos perdiam suas famílias, eram afastados das celebrações religiosas, de suas profissões, de suas posses.
Era uma tragédia.
E, a tragédia uniu aqueles dez homens.
É comum que a tragédia una pessoas diferentes.
Mesmo estando entre eles um samaritano, cuja religião era menos desenvolvida que a judaica, como estavam no meio da tragédia, não tiveram tempo para questões menores como a discriminação.
Assim como muitas vezes levantaram suas vozes em uníssono, gritando que eram impuros, como determinavam os costumes da época, levantaram as vozes em uníssono, cheias de esperança, quando viram Jesus, como diz o versículo 13: “Jesus, Mestre, compadece-te de nós”.
Jesus, não os tocou, e lhes deu uma ordem (v.14): “Ide, mostrai-vos aos sacerdotes”.
Os sacerdotes eram os médicos, os infectologistas, que podiam fazer um diagnóstico preciso, e reintegrar aqueles homens à sociedade, à família, ao trabalho, à religião.
Eles obedeceram a Jesus e foram procurar os sacerdotes.

Viver dignamente

“Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, procurando diligentemente guardar a unidade do Espírito no vínculo da paz” (Efésios 4:1-3).

Durante séculos passados, estudiosos e pensadores acreditavam ser importante começar o dia levantando-se do lado direito da cama.
O significado da fórmula verbal, que hoje é muito conhecida quando alguém não está muito bem, “levantou-se com o pé esquerdo” era, de fato, uma crença literal.
Sair da cama do lado esquerdo (em latim ‘sinistra’) era convidar problemas, era dar acesso fácil para os maus espíritos.
Embora, lamentavelmente, ainda hoje muitas pessoas ainda cultivem diversas crendices, inclusive em círculos cristãos, na verdade o que importa não é o lado da cama que escolhemos quando levantamos da cama, mas como viveremos o dia.
Deus não está interessado em práticas supersticiosas que em nada contribuem com o caráter, Ele está interessado numa caminhada de integridade que O glorifica a cada passo.
Como disse o profeta: Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o Senhor pede de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a benignidade, e andes humildemente com o teu Deus? (Miquéias 6:8).

Sabedoria

“O Senhor com sabedoria fundou a terra; com entendimento preparou os céus. Pelo Seu conhecimento se fenderam os abismos, e as nuvens destilam o orvalho” (Provérbios 3:19, 20).

A dinâmica da criação do universo é parte da expressão da Sabedoria de Deus.
Nos vv. 19, 20 nós percebemos a importância, a necessidade da sabedoria.
É a mais preciosa de todas as possessões.
Se isso é verdade a respeito de Deus, se o próprio Deus usou sabedoria para realizar Sua criação, muito mais nós precisamos da Sabedoria de Deus.
Ninguém deveria se recusar a trilhar o caminho da sabedoria.
A sabedoria é o fruto do relacionamento que temos com Deus.
Os conceitos, as doutrinas, tudo isso é importante, desde que sejam produtos do relacionamento que temos com Deus.
Nós poderíamos passar toda a nossa vida memorizando dogmáticas informações teóricas, mas se não tivermos um relacionamento com Deus, nada disso será suficiente.
E o caminho da sabedoria hoje, se inicia para aqueles que creem em Jesus.
No Novo Testamento aprendemos que Jesus é a Sabedoria de Deus, Ele é o Poder de Deus.
Em Provérbios 3:21 a palavra de Deus diz assim: “Filho meu, não se apartem estas coisas dos teus olhos: guarda a verdadeira sabedoria e o bom siso”.
E Provérbios 3:26 diz: ”Porque o Senhor será a tua esperança; guardará os teus pés de serem capturados”.

Transformados

“Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente…” (Romanos 12:2a).

As vezes pensamos que Deus, num capricho cósmico, nos colocou sobre os ombros a incapacidade de sermos melhores.
Mas isso não é verdade; na Bíblia o ensino do Antigo Testamento apresenta várias leis que objetivavam uma melhor qualidade de vida, tratamento de doenças, restauração econômica.
No Novo Testamento, o ministério de Jesus foi um ministério de transformação em que cegos passaram a enxergar, pobres se fartaram de pão, endemoninhados se tornaram livres e discípulos rústicos aprenderam a ser líderes.
Isso não nos serve de analogia de que Deus deseja que mudemos para melhor?
A verdade é que nossas escolhas poderão nos levar a sermos melhores ou piores.
Alguém já disse: “Pessoas são contratadas por causa de seu currículo, mas são demitidas por causa do seu comportamento”.
Isto porque toda realização pessoal, organizacional ou familiar depende de uma só coisa: comportamento.
Em minhas quase duas décadas orientando pessoas, famílias e até empresas, encontrei basicamente dois tipos de pessoas: aquelas que sempre culpam alguém por sua própria mediocridade e aquelas que, apesar de toda e qualquer adversidade, continuam agindo e realizando porque creem que Deus é suficientemente capaz de torná-las melhores.
Que tipo de pessoa é você?
A escolha é exclusivamente sua.