Caminho estreito

“Por quarenta dias foi tentado pelo diabo. Naqueles dias não comeu coisa alguma, e terminados eles, teve fome” (Lucas 4:2).

Quando Jesus foi tentado a negociar com o diabo, Jesus simplesmente rejeitou, baseado no fato de que só Deus deveria ser adorado.
Está aí uma grande lição: não devemos negociar com o diabo e seus asseclas.
Jesus conquistou o Direito e a Soberania sobre todos os reinos, enfrentando o sofrimento, a cruz, e triunfando através da ressurreição.
Era como se o diabo estivesse dizendo a Jesus: “olha, você não precisa sofrer, você não precisa enfrentar a cruz, você vai receber todas essas coisas se simplesmente você me adorar”.
Mas Jesus não aceitou fazer isso.
Ele preferiu enfrentar o sofrimento, a cruz e triunfar através da ressurreição.
Pelo caminho da fidelidade ao Pai, pelo caminho do amor infalível, Jesus aceitou a cruz, e assim Ele é quem é: Soberano sobre os reis da terra.
Assim como você não pode mudar uma pergunta para encaixar-se numa resposta, você não pode comprometer os seus valores, os seus princípios da palavra de Deus, não importa o que você esteja enfrentando.
Mesmo no sofrimento, dificuldades e pressões, não negocie e faça o que é certo.
Seja fiel à sua família, à sua fé, ao seu ministério, porque Jesus nos demonstrou que é assim que encontramos a vitória.

Sabedoria Financeira

“Aquele que comia nas suas riquezas, cairá; mas os justos reverdecerão como a folhagem” (Provérbios 11:28).

O filme “A Felicidade não se Compra” de 1946 conta a fictícia história de um ser celestial, candidato a anjo.
Embora sem grande fundamento teológico, o roteiro mostra a saga desse candidato a anjo na missão de ajudar um valoroso empresário a encontrar o sentido da vida.
O filme passa a contrastar a vida de dois homens: Henry e George.
O segundo investe sua vida e riqueza ajudando as pessoas a sua volta e conquista o amor de
cada um deles.
Henry, por outro lado descobre que apesar de todo seu dinheiro não poderia comprar o amor das pessoas.
Uma grande lição de vida e mordomia!
Deus também deseja que utilizemos nossa vida e recursos sabiamente.
Se em alguns momentos enfrentamos dificuldades financeiras devemos aprender a confiar em Deus para suprir nossas necessidades.
Por outro lado, quando vivemos momentos de abundância devemos confiar em Deus para termos fé e compartilharmos do muito que temos recebido.
Com uma vida de financeira baseada na fé nunca viveremos o isolamento de Henry, porque não precisaremos comprar ninguém…
Ao contrário, nossas finanças não nos afastarão de Deus e nem das pessoas à nossa volta. Pense nisso.

Apocalipse

“Eu Sou o Alfa e o Ômega”, declara o Senhor Deus, “Aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso” (Apocalipse 1:8).

O Apocalipse é considerado um dos livros mais misteriosos da Bíblia, muitos não leem esse livro por achá-lo muito difícil, mas nós vamos ver que na verdade ele foi escrito não com o objetivo de não ser misterioso, e sim de ser entendido.
Esse livro foi escrito pelo Apóstolo João enquanto estava exilado na ilha de Patmos por volta do ano 95 d.C.
E esse livro também consiste numa leitura apocalíptica – faz uso de símbolos e imagens para ensinar coisas difíceis de entender.
Os cristãos daquela época estavam passando por grande perseguição e, por mais que se falasse que algo podia mudar, eles não conseguiam ver, é como se depois de tanta chuva eles não acreditassem mais que o sol brilharia.
Então esse livro também traz uma estrutura profética, que fala do futuro.
Segundo a tradição, João foi perseguido sob no reinado de Nero e depois por Domiciano.
Foi depois levado para as minas da ilha de Patmos (Apocalipse 1:9), um lugar de tribulação,
trabalho forçado, um lugar onde as pessoas eram colocadas para morrer.
Porém Deus sempre renova as nossas forças e esperança.
João tinha caminhado ao lado de Jesus humilhado, mas agora ele está diante do Jesus gloriicado que mostra que, mesmo diante daquela difícil situação, Deus está no controle de tudo! Não apenas naquele momento, mas toda a sua história está nas mãos de Deus!

Sacrifício por nós

“Ele é a propiciação pelos nossos pecados” (1 João 2:2).

Jesus é Aquele que paga o preço pelos nossos pecados.
A palavra “propiciação” é uma palavra pouco usada, especialmente nos nossos dias, porque está ligada diretamente a um termo de sacrifício.
Está ligada diretamente à prática religiosa de aplacar a ira de Deus através de um sacrifício.
O sacrifício era a propiciação. Por exemplo, no paganismo, era uma forma de fazer com que o deus do paganismo se tornasse o deus favorável àquela pessoa que estava ali oferecendo o sacrifício.
João não está usando a palavra “propiciação” no sentido pagão do termo.
João a usa em um sentido muito mais elevado.
Ele não quer dizer apenas que Deus está irado, quer dizer que Deus é o Deus Santo que precisa ser satisfeito.
Deus é Justo e a Sua Justiça precisa ser satisfeita.
O pecador precisa pagar o seu débito, porque se não for pago, Deus não será justo.
João diz então que Jesus se torna a propiciação.
Jesus se torna o sacrifício, o pagamento dos nossos pecados.
Quando chegarmos diante do Tribunal de Deus, com todos os nossos débitos, a justiça de Deus exigirá que sejamos condenados!
Mas, ali temos um Advogado que é também o Sacrifício, Aquele que pagou a conta e vai dizer: “Pai ele pode ser perdoado, porque a conta dele já foi paga. Aqui está o sacrifício!”.

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“Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais; porque isto é agradável ao Senhor” (Colossenses 3:20).

Disciplinar os filhos é um direito e dever dos pais, este é o modelo estabelecido divinamente na carta de Paulo.
A disciplina não deve ser apenas punitiva, deve ser criativa, corrigindo os erros, mas também potencializando os acertos.
Mas, qualquer que seja o lado da moeda, o direito e o dever de disciplinar os filhos é prerrogativa parental.
Imagine que uma criança pequena não deseje obedecer seus pais e diga: “Papai, mamãe, vocês não mandam mais na minha vida.
Eu vou cuidar da minha própria vida.
Sei o que é melhor para mim e por isso rejeito sua autoridade; daqui para frente eu cuido da minha vida”.
Como esta criança se sairia no mundo real?
Certamente se daria mal! Pois era exatamente assim que Israel como nação estava se comportando com Deus Ele os havia constituído nação (Isaías 45:11), mas eles preferiram seguir seus próprios caminhos.
Isaías condenou a nação, pois rebelar-se contra seu próprio Criador era uma tolice descabida (Isaías 45:9,10).
Mas, tal qual crianças rebeldes algumas vezes pensamos que podemos cuidar de nossas vidas sem nosso Pai celestial.
Como nos sairemos sem os cuidados, direção e até a disciplina divina?
Basta olhar para tantos que ficaram pelo caminho sofrendo as consequências de suas escolhas rebeldes.